Helena Isabel recebeu apenas três verdes na avaliação da liderança do «Big Brother All Stars», durante a gala deste domingo, 1 de novembro. Catarina Miranda, Carlos Sousa e Hélder Teixeira aprovaram a sua prestação, enquanto os restantes colegas deram uma avaliação negativa.
O Big Brother explicou o significado das placas antes da votação: “Já sabem que podem mostrar as placas. Com o verde avaliam de forma extremamente positiva, ou pelo contrário, com o vermelho querem dar sinal de não terem gostado desta liderança. Vamos a votos.”
Depois de os concorrentes mostrarem as escolhas, a voz da casa resumiu: “Não há dúvidas, tem 3 placas verdes. Não é nada mau. Tudo o resto são avaliações negativas.”
Questionada por Maria Botelho Moniz, Helena Isabel afirmou que o resultado tinha sido “muito melhor do que aquilo que eu esperava”.
Catarina Miranda brincou que “não era preciso terem metido ali raquetes verdes hoje”, enquanto Helena reforçou: “Eu já sabia, eu já sabia, nada me surpreende.”
Luís Gonçalves acusa Helena de falsidade
Entre os concorrentes que reprovaram a liderança esteve Luís Gonçalves, que criticou tanto a postura de Helena como a gestão das compras.
“O que eu tenho a dizer é, para mim a liderança aqui da Helena começou mal e acabou mal, porque isto a mim soou-me tudo a falsidade. Ninguém anda aqui a comer gelados com a testa”, afirmou.
O concorrente considerou que a mudança de atitude nos últimos dias não apagava o que acontecera durante a semana.
“Demonstrou a pessoa que era, principalmente quando teve aquela situação. Isto aqui depois ela tentou tipo remediar, vamos lá ver, que é para ver se isto corre de uma maneira melhor. Mas a pessoa que ela é, demonstrou ao longo da semana”, acrescentou.
Sobre o orçamento, Luís acusou a líder de privilegiar as próprias preferências.
“Para mim, a Helena, quando fez as compras, fez as compras a pensar nela própria, ok? Não fez as compras a pensar de uma forma geral para todos, porque não foi a Helena que esteve lá no barco sozinha a pescar as sereias. Fomos todos e temos que pensar em todos. Podia haver cereais, podia haver iogurtes, podia haver café para quem bebe café”, enumerou.
Maria Botelho Moniz perguntou-lhe se considerava que as compras tinham sido mal geridas. “Claro que sim, sem dúvida. E esta fase final de andar aqui muito meiga com as pessoas, para mim é tudo falsidade. Ela demonstrou aquilo bem que era”, respondeu.
Catarina Miranda denuncia diferença de critérios
O descafeinado que Ana Sousa despejou pelo ralo também marcou o debate. Catarina Miranda defendeu que os colegas teriam reagido de outra forma se a iniciativa tivesse partido dela.
“Se fosse eu a deitar o café pelo ralo ali abaixo, a casa estava num alvoroço”, afirmou. Carlos Sousa concordou: “Ou tu ou a Helena. Estava tudo aos berros.”
Catarina insistiu: “Já me estavam a chamar tudo e mais alguma coisa. Estava uma bandalheira aí fora já. Mas como foi a Ana, está tudo bem.”
A concorrente atribuiu ainda a Ana responsabilidade pelos problemas da liderança e acusou-a de querer prolongar o conflito.
“A Ana interferiu logo. A Ana foi uma das principais por a liderança da Helena não ter corrido bem, porque a Ana sabotou a liderança da Helena. Todos não, 100%. (…) Eu acho sim que a Ana tem todo o interesse em que esta picardia com a Helena continue”, declarou.
Ana Sousa garante que teria feito o mesmo com outra pessoa
Na sua resposta, Ana justificou o episódio com as opções tomadas nas compras: “A Helena comprou descafeinado só para ela e não trouxe café para os colegas.”
Miguel Vicente procurou enquadrar a reação num momento de maior emoção, mas Ana afastou essa explicação.
“Não estou mal emocionalmente, estou bem, estou tranquila. Reagi como reagi a todas as coisas que aconteceram aqui na casa”, afirmou.
Questionada pela apresentadora sobre se teria agido da mesma forma caso outra pessoa tivesse feito as compras, respondeu que “era” essa a sua reação.
Carlos Sousa contrapôs com a experiência de Helena nas semanas anteriores: “Que eu me lembro, a Helena ter estado 2 meses sem beber café porque ninguém lhe trazia descafeinado (…) e aguentou a pressão.”
