No Big Brother, Noélia criticada por confrontos com Miguel Vicente e pela ligação a Francisco Monteiro esteve no centro da análise do Diário. Diana Lopes, Pedro Capitão e Érica Silva questionaram as escolhas da concorrente na emissão de 6 de novembro.
O confronto mais recente com Miguel Vicente levou Diana Lopes a apontar aquilo que considera ser uma repetição na forma de jogar da algarvia.
“Acaba por ser muito mais fácil para a Noélia ir contra o mesmo, que é o Miguel”, afirmou.
A comentadora questionou depois por que motivo Noélia continua a entrar em embates cujo efeito no jogo do adversário, na sua perspetiva, já conhece.
“A Noélia está sistematicamente a ir contra o jogo do Miguel (…) se ela tem essa consciência, por que cai sistematicamente no mesmo erro?”, perguntou.
Pedro Capitão concordou com a análise e sugeriu que Miguel funciona como o alvo habitual da concorrente.
“O Miguel acaba por ser a almofada para dar socos. Vamos continuar até que isto não consiga dar”, declarou.
Érica Silva destaca prioridade dada a Francisco Monteiro
Durante a conversa, Nuno Eiró propôs uma leitura diferente, associando a postura de Noélia à “defesa de quem está a ser oprimido”. O apresentador recordou o apoio a Francisco Monteiro e, mais recentemente, a Helena Isabel e Jéssica.
Érica Silva contestou essa interpretação, defendendo que existe uma prioridade clara nas escolhas da concorrente.
“A principal defesa da Noélia é o Francisco. Vamos lá ver, o resto é para acréscimos. Se ela tiver que dar alguma coisa a alguém, vai ser sempre ao Francisco”, afirmou.
A madeirense acrescentou uma crítica à dependência que considera existir no jogo de Noélia: “Ela tem que ter sempre uma bengala (…) que ela já anda assim meia tortinha.”
Pedro Capitão também questionou a afirmação de Noélia de que não gosta de confrontos e associou a sua atuação à necessidade de manter uma ligação forte dentro da casa.
“Não posso concordar (…) porque é o que ela faz. (…) Há esta necessidade constante de estar presa, entre aspas, a alguém dentro da casa. Eu acho que há aqui uma tentativa de um bote de salvação”, concluiu.
