Ana Batista: “Não saiu aquele touro que sonhávamos para desfrutar”, disse a cavaleira ao Infocul.pt
Entrevista e Fotografia: Roberto Pingas Rodrigues
Texto: Rui Lavrador
A Paio Pires Arena recebeu, este domingo, um festival taurino de homenagem a Vitalino Padilha.
O Cartel foi composto pelos cavaleiros Ana Batista, Gilberto Filipe, Manuel Telles Bastos, Miguel Moura, António Telles [filho] e Francisco M. Cortes, o Real Grupo de Forcados de Moura, Aposento da Chamusca e Monsaraz. Lidaram-se novilhos-touros de várias ganadarias.
Ana Batista enfrentou uma rés da ganadaria Passanha, tendo no final da actuação conversado com o Infocul.pt.
Análise da actuação: “Saiu-me um Passanha, fiquei muito feliz quando soube que era da ganadaria Passanha, normalmente são touros morubes que saem suaves, mas este tinha já uma certa idade, saiu manso, encostado a tábuas, não tenho a certeza se era mal visto ou se por o piso estar pesado, adiantava-se muito, portanto não saiu aquele touro que sonhávamos para desfrutar. Mas, faz parte e temos também de tourear estes, temos de lhes colocar os ferros como podemos“.
Importância dos festivais taurinos: “Normalmente quando é por uma boa causa, aceito fazer festivais. Este ano, estou a aceitar mais festivais que o normal, porque tenho muitos cavalos novos. O problema é que os touros muitas vezes saem com dificuldades e as coisas complicam-se, mas é sempre uma possibilidade de contribuirmos por uma boa causa“.

