Bárbara Guimarães: “O que poderia eu fazer para evitar tamanha humilhação diante dos meus filhos?”, questionou.
“Tempestade Perfeita – Como sobrevivi à tormenta” é o título do novo livro de Bárbara Guimarães.
A biografia aborda a luta contra um cancro da mama particularmente agressivo ao mesmo tempo que se debatia com um processo em tribunal que a opunha ao ex-marido, Manuel Maria Carrilho.
“Na pior fase, durante o julgamento, todos os dias havia notícias sobre mim. A imprensa escrevia o que queria de uma maneira tão leviana que, às tantas, já não se tratava de notícias, mas de um verdadeiro ataque pessoal. (…) As capas gritavam: ‘Bárbara, álcool e drogas’, ‘Abandona os filhos em casa’, ‘Má mãe’, ‘Pai maltratante’. Cada capa era pior do que a outra. O que poderia eu fazer para evitar tamanha humilhação diante dos meus filhos?“, referiu Bárbara Guimarães.
“Ver a minha vida devassada causou-me muito sofrimento, raiva, desilusão… Pensei várias vezes: ‘Quem escreve isto não pode ter filhos’. Não pensa duas vezes antes de imaginar o impacto que estas mentiras e acusações sem fundamento têm numa família“, acrescentou.
“Nunca vou dizer mal do meu ex-marido publicamente e não vou ser atirada para o meio do chorrilho de acusações“, garantiu.
“Se os 10 anos de processos em tribunal me prejudicaram? Claro que sim. Prejudicaram loucamente. Fui vítima de um assassinato de carácter gigante“, lamentou.

