Big Brother All Stars: Érica Silva diz que pediu notícias do pai e não as recebeu

Big Brother All Stars: Érica Silva diz que pediu notícias do pai e não as recebeu por parte da produção do programa.

Érica Silva revelou que pediu notícias dos pais durante a participação no “Big Brother All Stars”, mas que não recebeu o contacto que esperava. Após a expulsão, na quarta-feira, 30 de setembro, a madeirense explicou aos jornalistas que a situação de saúde do pai pesou na decisão de entrar e continuou a preocupá-la dentro da casa.

Segundo contou, o pai sofreu um AVC e teve recentemente a perna esquerda amputada. Érica afirmou que só aceitou participar depois de obter o apoio dos pais e de garantir que ele ficaria acompanhado.

“Pedi para ter o feedback dos meus pais e não o tive”

Questionada sobre as informações que recebeu durante o programa, Érica disse que tinha a expectativa de obter notícias semanalmente.

“Não, não tive nenhum feedback, apesar de ser uma coisa que era para ter sido semanalmente, não tive nenhum feedback depois da ‘Curva da Vida’, pedi para ter o feedback dos meus pais e não o tive”, afirmou, em declarações aos jornalistas reproduzidas pela TV Guia.

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A ex-concorrente acrescentou que voltou a abordar o assunto e que lhe foi indicado que receberia uma mensagem dos pais.

“Só ontem iria ter, porque ontem eu voltei a referir isso e disseram que iam me fazer chegar um áudio do meu pai e da minha mãe, até hoje também ainda não me chegou.”

Érica esclareceu, porém, que não existia uma obrigação contratual de contacto semanal. O entendimento que descreveu dependia da pessoa responsável pelo seu acompanhamento no exterior.

“Eu não tinha acordo nenhum, tinha um acordo de que tudo o que a pessoa responsável por mim achasse que eu deveria saber, que devia de me informar. Portanto, se essa pessoa achava que todas as semanas tinha que mandar um vídeo do meu pai, só tinham de fazer deixar entrar, porque sabiam a situação do meu pai. (…) Não chegou a acontecer.”

Entrada no programa dependeu do apoio dos pais

A saúde do pai foi uma das principais preocupações de Érica quando recebeu o convite para regressar aos reality shows. A madeirense explicou que precisou de organizar a vida profissional e familiar antes de aceitar.

“Foi uma decisão muito ponderada, porque eu estava no momento que estava da minha vida. Tinha outras coisas pelo caminho. Tenho o meu trabalho, tive que organizar isso tudo. Tenho o meu pai, que não é dependente de mim, mas para quem eu sou uma grande ajuda. Isso mexeu muito com a decisão de eu ir ou não.”

A decisão acabou por avançar com o aval da família, mas Érica garantiu que teria recusado se o pai não se sentisse confortável com outra pessoa a acompanhá-lo.

“Foi graças ao aval dos meus pais que eu fui ao programa. Porque se o meu pai dissesse que não tem capacidades de ficar aqui à responsabilidade de outra pessoa, que não fosse eu, eu não teria entrado no programa.”

“A minha cabeça estava sempre lá fora”

Ao falar sobre a forma como viveu esta participação, Érica reconheceu que entrou numa fase de maior fragilidade emocional. A ex-concorrente relacionou esse estado com os acontecimentos familiares, ressalvando que não os apresenta como desculpa para as suas atitudes.

“Sou uma pessoa que tenho o meu emocional muito sensível, como puderam ver na minha curva da vida. E este ano ainda piorou porque o meu pai foi amputado a uma perna esquerda, derivado a um AVC vascular. Daí eu estar um bocadinho mais frágil, que não é desculpa, mas é tudo um acumulado de situações.”

Mesmo sabendo que o pai tinha apoio, a preocupação com a família e com o trabalho permaneceu durante a estadia na casa.

“A minha cabeça estava sempre lá fora. Apesar de saber que estava tudo bem, que o meu pai estava bem entregue. E o meu trabalho, e a minha mãe, e a minha família. Mas é claro que a cabeça fica sempre cá fora.”

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