Casamento de Cristiano Ronaldo e Georgina gera polémica: críticas à Vogue, família ausente e suspeita vinda de Espanha

Casamento de Cristiano Ronaldo e Georgina gera polémica: críticas à Vogue, família ausente e suspeita vinda de Espanha abalam relação.

O casamento de Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez foi apresentado como uma cerimónia íntima, mas os detalhes entretanto conhecidos alimentaram uma discussão muito mais ampla. A produção para a Vogue, as joias milionárias, a ausência da família do futebolista e a proteção montada em Fátima estiveram sob escrutínio nos programas da TVI. Entretanto, uma alegada antiga relação do jogador voltou a ser comentada em Espanha, precisamente nos primeiros dias do casamento.

Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez oficializaram a união civil a 11 de agosto, em Cascais. No dia seguinte, receberam uma bênção religiosa na Casa de Retiro Espiritual de Nossa Senhora das Dores, em Fátima.

Cláudio Ramos vê “dois casamentos” na mesma cerimónia

No Dois às 10, Cláudio Ramos apresentou uma teoria sobre a forma como o enlace foi concebido e posteriormente mostrado ao público.

“Eu acho que existiram dois casamentos. O casamento de Cristiano Ronaldo e o casamento de Georgina. São coisas diferentes, mas que se unem no mesmo casamento”, afirmou.

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Para o apresentador, a união teve uma dimensão sentimental, mas também serviu os objetivos de comunicação e imagem de Georgina.

“Georgina aproveitou este casamento, por amor, naturalmente, como do Cristiano Ronaldo por ela, para naturalmente estar lá nesse clique para fazer aquilo que é exatamente tudo. É uma moda, é capa da Vogue”, defendeu.

Cristina Ferreira recordou uma declaração atribuída à própria modelo: “Uma das declarações da Georgina é: nós, castelos, carros, helicópteros, temos acesso todos os dias.”

Cláudio Ramos acredita que a estratégia permitiu prolongar o impacto mediático do casamento.

“Ela cria uma coisa que dá que falar. Dá muito mais que falar o casamento da Georgina assim do que daria que falar sempre. Não há dúvida nenhuma. Não me venham cá com histórias. Isto é uma coisa da cabeça dela, da equipa dela. No meu ponto de vista, isto é um casamento de conteúdo”, afirmou.

O apresentador insistiu na expressão: “Para mim, no meu ponto de vista, isto é um casamento de conteúdo. Isto é um casamento de conteúdo.”

Adriano Silva Martins questionou o papel de Cristiano Ronaldo nesta produção. Gonçalo Quinaz lembrou que o jogador também aceitou participar.

“O Cristiano Ronaldo quis fazer parte deste conteúdo. Ele não gosta de ser conteúdo”, observou.

Quinaz recusou que toda a responsabilidade fosse colocada sobre Georgina.

“É que nós estamos aqui a responsabilizar a Georgina por todo este conteúdo e estamos a ilibar o Cristiano Ronaldo. Faz parte e quis fazer parte do mesmo conteúdo. Ou vocês acham que ele não opinou? A Georgina quis assim e ele cedeu assim?”, questionou.

Cláudio Ramos manteve a convicção de que a iniciativa terá partido da modelo.

“Seguramente, ele queria casar como é. E ela chega e diz: ‘No meu ponto de vista, esta é uma forma de eu também ter o meu conteúdo que me faz falta’. Se isto fosse um casamento simples, como nos venderam, era um casamento com uma fotografia Polaroid, em casa. E não foi. Isto é uma produção enorme, é uma coisa gigante. Teve tudo muito tempo”, argumentou.

Fotografia junto a Nossa Senhora divide o painel

Uma imagem de Georgina junto a uma figura de Nossa Senhora de Fátima, usando uma gargantilha de brilhantes, tornou-se um dos pontos centrais da discussão.

“A Georgina sabe exatamente o que está a fazer. Ela tem zero noção do que significa esta fotografia. É uma fotografia simples, com uma gargantilha de brilhantes ao lado de Nossa Senhora. Qual é a necessidade que ela tem de fazer isto?”, questionou Cláudio Ramos.

Noutra descrição da fotografia, o apresentador declarou: “Ela tem esta fotografia simplesinha, é aquela que está a camanga, uma batatinha, mas obviamente tem uma gargantilha de brilhantes ao lado de Nossa Senhora. Digo eu, para que é que ela, qual é a necessidade que ela tem de verdade de fazer isto?”

Cristina Ferreira recordou que não se tratou da primeira publicação daquele género. “Ela já pôs várias vezes, mas qual é a necessidade?”, perguntou.

Gonçalo Quinaz considerou que a riqueza e a religiosidade não são incompatíveis. “Mas ela ter este colar não deixa de querer e de fazer sentido para ela tirar uma foto ao pé de Nossa Senhora”, contrapôs.

Cláudio Ramos não mudou de opinião. “Para mim não faz sentido”, respondeu.

O apresentador rejeitou ainda a possibilidade de a presença da figura religiosa ser um elemento casual na produção.

“Mas tu achas que a Nossa Senhora está aqui por acaso? A Nossa Senhora esteve disponível no casamento da Georgina”, atirou.

Adriano Silva Martins considerou existir uma “grande confusão” entre a simplicidade do vestuário e o valor das joias.

“Ela vai muito simples na roupa e depois leva uns colares que valem milhões. Dois milhões de euros é muito exagerado”, observou.

Cristina Ferreira arrasa visual escolhido por Georgina

O vestuário usado por Georgina também não convenceu Cristina Ferreira. A apresentadora criticou sobretudo o casaco colocado por cima do conjunto.

“Este casaco por cima não pintava nada. Este casaco não ficava nada bem”, declarou.

Cristina reconheceu que a peça era “muito sutil”, mas considerou que não se adequava a uma noiva. “Tudo menos para um casamento. Nada a ver”, frisou.

A apresentadora lembrou que Georgina “habitou-nos a um estilo que ninguém imaginava isto no dia do casamento”. Embora reconheça que a escolha pertence à noiva, não abdicou de fazer uma avaliação pública.

Segundo Cristina Ferreira, Georgina poderá ter procurado “passar um ar de não estou preocupada, não estou a abrir-me para ninguém”. Contudo, acrescentou: “Mas não quer dizer que nós não possamos ter a nossa opinião.”

Produção contraria narrativa de casamento íntimo

Cláudio Ramos também contestou a utilização da palavra “íntimo” para definir a cerimónia. O apresentador afirmou que “não se pode vender ao público um casamento íntimo, como se fez no dia, porque não é um casamento íntimo”.

De acordo com a informação discutida no programa, a produção terá envolvido “mais de 50 pessoas”. Adriano Silva Martins e Gonçalo Quinaz consideraram que a intimidade poderia referir-se apenas ao reduzido número de convidados.

Cristina Ferreira concordou com a leitura de Cláudio Ramos. Para a apresentadora, a “produção com as joias na piscina, a fazer ginástica, o que quer que seja, misturada com o casamento” afastou o evento da simplicidade inicialmente anunciada.

“Acho que, por exemplo, este momento aqui em Fátima tenha sido um momento muito bonito e muito intenso para eles. Acho mesmo. E acho que foi como eles quiseram e isso ninguém lhes tira”, começou por ressalvar.

Apesar disso, Cristina criticou aquilo que entende ser uma contradição entre a mensagem e as imagens.

“Agora, não podem é mandar areia para os olhos das pessoas, porque também já cá andamos há uns anos e também sabemos como é que fazemos as coisas. A ideia que queriam passar é que queriam fazer uma coisa muito simples, só deles, não sei o quê. E depois tudo aquilo que se vê é o contrário daquilo que se diz”, concluiu.

Adriano Silva Martins considerou que “a Georgina é mais consciente do poder de tudo isto”. Cláudio Ramos concordou e descreveu a modelo como “incrível” na gestão da própria imagem.

Cristina Ferreira lembrou que Cristiano Ronaldo também participa ativamente na construção da sua marca. “Ninguém chega a melhor do mundo por ter uma equipa… Ele chega a melhor do mundo porque ele faz parte”, salientou.

Vogue preparou produção exclusiva

As fotografias do casamento foram divulgadas a 16 de agosto, cinco dias depois da cerimónia civil. As imagens resultaram de uma produção exclusiva preparada para a edição norte-americana da Vogue.

No V+ Fama, Adriano Silva Martins recordou que os rumores sobre o casamento circulavam há vários meses. Desde março ou abril, o programa vinha a desmentir a existência de registos numa conservatória. Algumas pessoas chegaram a aguardar junto à sede do Funchal por uma cerimónia que nunca aconteceu naquele local.

Toda a família surgiu vestida pela Gucci, marca associada ao primeiro encontro entre Cristiano Ronaldo e Georgina. A modelo usou ainda joias Chopard cujo valor foi estimado no programa em 75 milhões de euros.

A divulgação aconteceu inicialmente nas plataformas digitais. Não foi confirmado se a produção será também utilizada numa capa impressa da Vogue em outubro.

Guarda-costas protegeram exclusivo em Fátima

A bênção religiosa decorreu a 12 de agosto, na Casa de Retiro Espiritual de Nossa Senhora das Dores. A proteção do exclusivo editorial terá condicionado até a utilização de telemóveis no local.

“Sabemos que havia muitos guarda-costas do casal para protegerem este exclusivo da revista Vogue no Santuário de Fátima”, revelou Adriano Silva Martins.

O apresentador relatou ainda um episódio que terá envolvido um sacerdote.

“E sei também, de uma fonte muito fidedigna e que ninguém vai poder colocar em causa, porque há homens de Deus metidos ao barulho. O padre fez uma fotografia à Georgina Rodríguez e ao Cristiano Ronaldo, na sua inocência, e foi-lhe arrancado o telemóvel para que apagasse qualquer tipo de fotografia. Ou seja, o padre nem poder tem na sua própria Igreja”, contou.

Data escolhida tem ligação à história do casal

Isabel Figueira destacou a simbologia do dia escolhido para oficializar a união.

“A data tem uma simbologia muito grande, e ninguém fez essas contas: conheceram-se há dez anos num dia 11, o pedido de casamento foi a 11 de agosto de 2025, e o casamento aconteceu a 11 de agosto deste ano”, explicou.

Georgina tinha manifestado a vontade de realizar uma cerimónia privada, “só com a presença dos filhos”. Porém, a presença de fotógrafo, maquilhadora, cabeleireiro e restante equipa da Vogue levantou dúvidas no painel.

“Portanto, dentro da felicidade, não foi tão privada assim”, observou Adriano Silva Martins.

Ausência de Dona Dolores causa incómodo

Além dos cinco filhos do casal, estiveram presentes quatro testemunhas. Pela parte de Georgina, surgiram a irmã Ivana, o joalheiro José Singhal e a mulher, Mónica Martínez. Cristiano Ronaldo escolheu o amigo Miguel Paixão.

Dona Dolores e os irmãos do futebolista não estiveram na cerimónia. Esta ausência incomodou Isabel Figueira.

“Mesmo sendo um casamento à escolha de ambos, que ninguém tem que apontar, cada um sabe da maneira como quer casar, e não é por serem figuras internacionais que têm que ter um casamento com imensa gente”, começou por dizer.

A comentadora explicou depois o motivo do desconforto.

“Aqui o que me custa e o que me deixa sempre assim incomodada é que nem a mãe nem a família estiveram presentes num momento tão especial para um filho que nasceu num seio familiar que sempre teve muito amor, uma família que sempre acompanhou o Cristiano. E que, neste dia tão especial, além de estarem os netos, que são presença assídua desta família e que os ajuda a cuidar, principalmente a mãe, a Dona Dolores, que é uma avó e também uma mãe para o Cristianinho, não estar presente nesta cerimónia, por muito que seja íntima, e estarem a Vogue”, afirmou.

Isabel Figueira questionou ainda a coerência entre a dimensão religiosa do momento e a ausência da família.

“Quando se faz, não deixa de nos surpreender. Uma bênção religiosa, é um casamento que dá a alguém que acredita também nisto, mas depois a família que está presente o ano todo não está presente”, lamentou.

Pedro Capitão chama “circo mediático” ao casamento

Pedro Capitão apresentou uma das leituras mais duras no V+ Fama. O comentador começou por comparar as imagens da Vogue com uma publicação religiosa.

“Esta capa da Vogue parece uma capa da Sentinela. A pessoa não sabe se vai ao quiosque comprar Vogue ou se está a ser abordado por Testemunhas de Jeová ou de outra seita qualquer. Porque isto parece-me uma seita. Umas mórmons, umas daquelas coisas tudo igual”, criticou.

O antigo concorrente da Casa dos Segredos atacou depois a qualidade e o conceito das fotografias.

“Acho tristíssimas estas fotografias, que nada me parecem um casamento. Acho um horror terem sido vendidas para a capa da Vogue. Muito sinceramente, eu nem sei como é que, ainda bem que não é a Anna Wintour, porque eu acho que a Anna Wintour não deixava passar isto. Acho de um mau gosto atroz”, declarou.

Pedro Capitão considerou que o vestuário parecia mais adequado a uma primeira comunhão. Na sua opinião, o evento foi organizado “à medida da Georgina”, enquanto a expressão de Cristiano Ronaldo transmitia a ideia de que estava a cumprir um “frete”.

A ausência da família do jogador foi o ponto que mais o desagradou. O comentador classificou a situação como sendo “de muito mau gosto” e recordou a importância dos familiares na carreira do internacional português.

“É sabido de todo o percurso do Cristiano Ronaldo quem é que impulsionou este percurso foi a família”, afirmou.

Pedro Capitão questionou se existiria “alguma cláusula, algum contrato” que justificasse a presença da irmã de Georgina e a ausência da mãe e dos irmãos de Cristiano. Comparou ainda o comportamento da modelo ao de Meghan Markle em relação ao príncipe Harry, considerando a situação “completamente estranha”.

Para o comentador, a composição da cerimónia transmitiu uma mensagem dirigida à família do futebolista.

“Um statement, e é um statement da Georgina de afastem-se, quem manda sou eu”, afirmou.

Pedro Capitão também criticou Cristiano Ronaldo por não ter exigido a presença dos familiares.

“Acho triste por parte do Cristiano Ronaldo não se impor neste casamento. Ela podia ter tido aqui a opinião dela de querer fazer este casamento só com estas pessoas, e o Cristiano Ronaldo devia se impor e dizer não, senhor. Pelo menos a minha mãe e os meus irmãos vão estar presentes”, defendeu.

No final, resumiu a sua posição: “É a minha opinião em relação a este carnaval, a este circo mediático que para mim é este casamento.”

Alegada antiga relação de Ronaldo volta a ser comentada em Espanha

Nos primeiros dias após o casamento, Gabriela Guillén surgiu associada a uma alegada relação passada com Cristiano Ronaldo. O assunto foi abordado no V+ Fama, embora não tenham sido apresentadas provas de que tenha existido uma sobreposição com a relação de Georgina.

Adriano Silva Martins introduziu o tema com prudência quanto às datas.

“Uma ex-amante de CR7 abala estes primeiros dias de casamento e deixa no ar a sombra da infidelidade por parte do jogador. Isto porquê? Porque Gabriela Guillén, uma mulher muito conhecida em Espanha, veio confirmar que tinha sido, ou que teria tido, uma relação com Cristiano Ronaldo”, afirmou.

Segundo o apresentador, Gabriela não revelou quando terá acontecido a alegada ligação, “deixando no ar que as duas relações, a de Georgina e Ronaldo e a de Gabriela e Ronaldo, se podem ter sobreposto”.

Em declarações à imprensa espanhola, Gabriela procurou afastar-se da origem da história.

“Com o tema de Cristiano, não tenho nada a ver. Não saiu de mim, a sacar, como sabem, uma companheira desta, pois, confirmou e normalmente isso havia acontecido também e já está. Eu não vou comentar mais nada a respeito”, declarou.

Questionada sobre uma eventual coincidência entre as relações, recusou indicar datas.

“Que será igual lo que yo diga, que luego se inventan las cosas. O sea, que no voy a comentar nada. Se lo han dicho y lo único que he hecho es confirmarlo”, respondeu.

Comentadores apontam coincidência de datas, mas questionam momento

Pedro Capitão atacou a credibilidade de Gabriela. “A Gabriela em Espanha já é conhecida por ser uma caça-fortunas”, afirmou, numa avaliação pessoal feita durante o programa.

O comentador referiu a existência de fotografias datadas de 2017.

“Entretanto, facto é que existem estas fotografias da Gabriela com o boné. Eu acho que ela aqui já não se querendo comprometer acabou por não dar essas datas, mas o que efetivamente é está à vista do pessoal quando foi publicadas estas fotografias, que é do ano 2017”, declarou.

Pedro Capitão suspeita ainda que Gabriela e uma amiga terão combinado a forma de divulgar a história. “Uma não quis dar a cara, a outra entrou como bode expiatório e eu vou levantar esta lebre”, afirmou.

Isabel Figueira também assinalou a coincidência temporal, mas sem concluir que tenha existido infidelidade.

“Há fotografias com comprovam que em 2017 pelo menos uma vez estiveram juntos. Não se sabe quantas vezes, mas pelo menos aquela vez estiveram juntos. Se eles começaram a 11 de agosto de 2016 e aparece uma foto em 2017, as datas aqui coincidem”, observou.

A comentadora questionou a oportunidade da revelação.

“Porque é que estas histórias só aparecem nestes momentos de maior visibilidade? Não faço a mínima ideia. Acho que é também, como o Pedro aqui diz, o aproveitamento, lucrarem um bocadinho com isto”, considerou.

António Leal e Silva desvalorizou o impacto das declarações na relação.

“Acho, porém, é que ela não vai abalar coisa nenhuma nem ninguém, porque na minha opinião a relação Georgina-Ronaldo está de pedra e cal e está para durar”, afirmou.

O comentador também criticou a ambiguidade da intervenção de Gabriela. “Ela dá e não dá, quer dar. Ai, não sei, já foi imenso tempo, mas pronto, não fui eu que disse, mas confirmo”, ironizou.

Adriano Silva Martins encerrou o debate com uma crítica: “Não gostei nada destas declarações desta rapariga, da Gabriela Guillén. Acho que é um oportunismo barato.”

Casal escolheu separação total de bens

Durante a discussão, Isabel Figueira confirmou o regime patrimonial escolhido pelo casal.

“É também importante informar que eles fizeram um acordo pré-nupcial e que casaram com separação total de bens”, esclareceu.

A informação afasta a possibilidade de o casamento alterar automaticamente a titularidade do património construído por Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez antes ou durante a união.

Lua de mel fica adiada pelos compromissos no Al Nassr

Após o casamento, Cristiano Ronaldo e Georgina viajaram para a Arábia Saudita. O jogador teve de regressar aos trabalhos de pré-época e aos treinos do Al Nassr.

A retoma da atividade profissional impediu o casal de partir imediatamente para uma viagem de núpcias. Em declarações à edição digital da Vogue, Cristiano desvalorizou o adiamento.

“Todos os dias são de lua de mel”, afirmou.

Cristina Ferreira interpreta resposta de Cristiano Ronaldo

Cristiano Ronaldo já tinha reagido aos comentários sobre o casamento nas redes sociais da TVI. Numa publicação do Dois às 10, o jogador prometeu dar um “exclusivo” a Cristina Ferreira.

A apresentadora recuperou a mensagem e explicou a leitura que fez da intervenção.

“Por que é que o Cristiano até faz aquela brincadeira, que não é uma brincadeira inocente, de vir escrever às redes do Dois às 10 e dizer manifestamente: ‘Cristina, vou-te dar o exclusivo’? Como é óbvio, a gente sabe que não era exclusivo nenhum, isto era a maneira dele dizer que nós não sabíamos de nada, que nós éramos todos uns tolos e que andávamos aqui a falar de nada”, afirmou.

Cristina Ferreira acredita que o comentário surgiu quando o futebolista percebeu que a narrativa pública não estava a seguir a direção pretendida.

“Ele dá-se a esse trabalho porque começou a perceber que a narrativa ia ao contrário daquilo que ele pretendia, como é óbvio, e por isso é que faz aquele comentário e vai lá a Katia ainda dizer: ‘É isso mesmo, mano’”, acrescentou.

A apresentadora lembrou que as dúvidas sobre o casamento não se limitaram à televisão portuguesa.

“Nós somos os primeiros a dizer aqui, em todas as vezes que falamos da vida dos outros, que a gente não sabe nada. Mas estamos a falar, vamos lá ver, isto está a ser comentado no mundo inteiro: a roupa da Georgina, aquilo que eles fizeram, que não fizeram, como é que foi o casamento, como é que não foi. Portanto, nada foi inocente e nós também não somos parvos que andamos aqui há dois dias e sabemos como é que as coisas funcionam”, concluiu.

Katia Aveiro publica reflexão sobre o significado de “lar”

Na segunda-feira, 17 de agosto, Katia Aveiro partilhou uma reflexão dedicada aos filhos. A irmã de Cristiano Ronaldo não fez qualquer referência direta ao casamento ou à ausência da família na cerimónia.

“Eles são meu lar. Lar é amor. Lar é cuidado, colo e aconchego. Lar é ir e voltar quantas vezes forem precisas. Lar é abraço, presença e diálogo”, escreveu.

Katia prosseguiu a reflexão sobre a importância da presença familiar.

“Lar é dizer ‘amo-te’ e demonstrá-lo todos os dias. Lar é amar e ser amado. Lar é ser porto seguro, mesmo quando o mundo lá fora parece incerto. Lar é estar presente nos dias bons e, sobretudo, nos dias difíceis. Lar é ser o contacto deles em caso de emergência. Lar é saber que, aconteça o que acontecer, há sempre um lugar onde podem voltar”, acrescentou.

A publicação terminou com uma definição pessoal do conceito.

“Lar é mãe. Lar são os filhos. Lar somos nós. E, no fim, talvez seja isto: lar não é apenas um lugar. Lar é alguém. Lar é onde a vida acontece”, concluiu.

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