Catarina Raminhos: “comecei a ficar angustiada com os desafios do início do próximo ano”, assinalou.

“Baixou em mim a Marie Kondo. Acontece de vez em quando, mas hoje eu percebi exatamente a razão pela qual isso aconteceu (além da mais óbvia, que é ter gavetas e armários desarrumados, raios partam as miúdas mais o pai delas!)”, começou por referir numa publicação no Instagram.
“Ora, eu estava a passar os apontamentos que tinha na última página da agenda de 2023 para a de 2024 e comecei a ficar angustiada com os desafios do início do próximo ano (em breve falo-vos deles). Então fui buscar uma ‘velha conhecida’, chamada síndrome do impostor. ‘E se eu não der conta do recado?’, ‘E se isto correr mesmo mal?’, ‘E se…’”, acrescentou Catarina Raminhos.
“Mais do que isso, comecei a sentir-me ansiosa com as páginas em branco, ou seja, com aquilo que eu desconheço e, como tal, não controlo (e que é tanto!). Ao mesmo tempo, no meio do desconforto e da luta que dá tentarmos tranquilizar-nos, é curioso compreender porque é que fazemos determinadas coisas”, continuou Catarina Raminhos.
“Estava era a querer arrumar as minhas ideias e a minha cabeça e não a tralha toda de uma família de cinco”, destacou ainda.
“A verdade é que, com a ajuda da música que pus a tocar, fiquei mais tranquila. E derreada também, mas a parte física é mais fácil de resolver. Esta última semana do ano sempre foi esquisita para caraças para mim (e desde miúda)”, confessou Catarina Raminhos.
