Cláudio Ramos dá tempo à filha para decidir o futuro: “Não a quero pressionar”

Cláudio Ramos dá tempo à filha para decidir o futuro: “Não a quero pressionar”, destacou o apresentador da TVI.

Leonor terminou a licenciatura em Ciências da Comunicação e prepara-se para escolher o caminho profissional que pretende seguir. Cláudio Ramos acompanha esta nova etapa da filha, de 22 anos, mas garante que não quer impor prazos nem apressar a entrada no mercado de trabalho.

“Não a quero pressionar”, afirmou o apresentador da TVI em declarações à revista TV 7 Dias.

A jovem vive sozinha em Lisboa desde que se mudou para a capital para estudar, mantendo-se perto do pai.

“Vive sozinha há muito tempo, desde que veio estudar para Lisboa. Vive muito perto de mim, que eu gosto de controlar”, contou Cláudio Ramos.

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Viver sozinha fez parte da aprendizagem

O comunicador considera que sair de casa foi importante para a autonomia da filha e para a aprendizagem das responsabilidades do quotidiano.

“Acho que lhe fazia falta viver sozinha, para perceber a dinâmica de viver sozinha”, explicou.

Concluído o curso, Leonor ainda está a ponderar as possibilidades profissionais. Entre as áreas referidas pelo apresentador estão o marketing, a imprensa cor-de-rosa e a comunicação, havendo também interesse pela rádio.

Para Cláudio Ramos, a experiência prática ajudará a filha a perceber quais são as suas preferências: “Acho que os jovens só percebem mesmo quando começam a trabalhar, a ganhar dinheiro.”

“Quero que ela viva as coisas no tempo dela”

O apresentador reconhece que a filha dispõe de condições diferentes daquelas que encontrou quando começou a trabalhar. Por isso, prefere que possa decidir com tranquilidade.

“Não sei o que quer fazer, sei que vai parar agora um bocadinho. Está de férias e vai estar muito tempo. Ela é muito atinadinha. E quando chegar à altura… logo se vê. Eu também não quero pressionar no sentido de, ‘ah, tens que começar já a trabalhar’. Eu quero que ela viva as coisas no tempo dela, no registo dela. Porque eu fui muito pressionado a fazer tudo, porque eu não tinha quem me segurasse financeiramente. O caso agora é diferente e é melhor assim”, explicou.

A prioridade de Cláudio Ramos é permitir que Leonor encontre o seu percurso, sem transformar o fim da licenciatura numa obrigação imediata de começar a trabalhar.

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