Cláudio Ramos defende vitória de Vanessa e garante que vive uma paixão por Boris, no Big Brother Verão.
Cláudio Ramos considera que Vanessa merece vencer o «Big Brother Verão» e mantém a convicção de que a concorrente se apaixonou por Boris dentro da casa. O apresentador defendeu ainda que o concorrente de Leiria alimentou a proximidade entre ambos e não demonstrou “responsabilidade afetiva”.
A análise foi feita no «Dois às 10» desta quinta-feira, 27 de agosto, numa conversa que contou com Cristina Ferreira e os comentadores Cinha Jardim, Adriano Silva Martins e Gonçalo Quinaz.
«Vanessa deveria ganhar este reality»
Cláudio Ramos começou por revelar a sua escolha para a vitória na atual edição.
“A Vanessa está enervada e, para mim, deveria ganhar este reality. Vou explicar porquê”, afirmou.
O apresentador considera que a concorrente contribuiu para vários dos principais acontecimentos da edição e apresentou um crescimento evidente ao longo das semanas.
“A Vanessa tem de ser a vencedora deste programa porque deu tudo à casa, cresceu exponencialmente a partir do meio e, mesmo que viva neste momento uma paixão pelo Boris, ela é livre de viver”, defendeu.
Cláudio Ramos não tem dúvidas sobre paixão
O rosto das manhãs da TVI mostrou-se seguro na leitura que faz dos sentimentos de Vanessa.
“Não, eu tenho isso claríssimo na minha cabeça. Eu não me engano nunca”, declarou.
Para Cláudio Ramos, o isolamento e a intensidade emocional vividos dentro da casa podem levar os concorrentes a desenvolver sentimentos que dificilmente surgiriam nas mesmas circunstâncias no exterior.
“Já todos nos apaixonámos pela pessoa que não queríamos ou por quem não devíamos. A Vanessa, sem querer, lá dentro, onde as emoções são maiores do que cá fora, está a viver uma paixão pelo Boris, que ele correspondeu e alimentou”, analisou.
Boris acusado de falta de «responsabilidade afetiva»
Cláudio Ramos acredita que Boris permitiu comportamentos que deram esperança a Vanessa, apesar de ser casado.
“O Boris, por quem ela se apaixonou, permitiu, por exemplo, dormir em conchinha e abraçar a cintura”, recordou.
O apresentador recorreu à própria experiência para explicar por que motivo considera que o concorrente deveria ter definido limites mais claros.
“Se eu estiver dentro da casa e for para lá um homem que me agrada e que, mesmo não estando apaixonado por mim, permita que eu faça este tipo de coisas, é claro que está a dar abertura para que eu me apaixone por ele. És responsável por aquilo que geras nas outras pessoas e pelo que elas sentem por ti. Chama-se responsabilidade afetiva, que o Boris, neste caso, não teve”, afirmou.
«A Vanessa não fez nada de mal»
Apesar das críticas a Boris, Cláudio Ramos acredita que a mulher do concorrente conhecerá a forma como este se relaciona com as outras pessoas.
“A mulher, que é o que digo sempre, deve saber que ele é assim, desta forma. Para mim, é normal, desde que a mulher não se importe”, considerou.
O apresentador procurou ainda afastar as críticas dirigidas a Vanessa, descrevendo-a como mais jovem e emocionalmente vulnerável.
“A Vanessa é uma rapariga naturalmente mais frágil, mais nova, com menos vida do que o Boris. A Vanessa não fez nada de mal”, defendeu.
Cristina Ferreira apresentou uma leitura diferente. A diretora de Entretenimento e Ficção da TVI lembrou que Boris é responsável pelo respeito devido à mulher, mas considerou que a decisão de uma pessoa se envolver com alguém casado também implica uma escolha individual.
