Cristina Ferreira admite falhar no contacto com os amigos: “Sou um bocadinho má amiga”, afirmou em recente entrevista.
Cristina Ferreira pode pensar nos amigos todos os dias e, ainda assim, deixar passar o telefonema que tinha intenção de fazer. A apresentadora reconheceu essa dificuldade no podcast «A Que Sabe o Amor», de Ana Guiomar, onde distinguiu a pouca iniciativa em manter o contacto da disponibilidade que garante ter quando alguém precisa dela.
“Essas pessoas sabem que no dia que precisarem, eu não falho. Eu estou lá. Isso é de certeza absoluta. Eu quando gosto, mesmo quando a pessoa erra, tenho muita dificuldade em deixar de gostar”, afirmou.
A intenção de ligar que fica adiada
Durante a conversa, Cristina assumiu que são frequentemente os amigos a procurar saber dela.
“(…) Eu tenho um defeito: eu estimulo muito pouco as amizades. Eu não sou de ligar, não sou de… eu posso pensar na pessoa todos os dias e dizer assim: ‘Eu vou ligar, eu vou saber’. E depois passa…”, explicou.
A apresentadora relacionou esse hábito com a forma como cresceu e se habituou a viver: “Sou muito solitária, sou filha única, cresci ali naquela zona sozinha, habituei-me a viver sozinha e os que tenho são muito poucos.”
A autocrítica surgiu de seguida: “Mas sou um bocadinho má amiga nesse sentido, que é: não sou que ligo, são sempre essas pessoas que ligam.”
O afeto de Goucha e Cláudio Ramos
Na entrevista a Ana Guiomar, Cristina Ferreira destacou também as amizades que construiu com os colegas das manhãs da TVI.
“Tive muita sorte nos colegas que me calharam na vida porque o Cláudio é igualzinho. Tanto o Manuel como o Cláudio são de uma generosidade para comigo, e de um afeto, que não tem explicação”, declarou, referindo-se a Manuel Luís Goucha e Cláudio Ramos.
