D. Américo Aguiar sobre as polémicas na Jornada Mundial da Juventude: “Não peço que concordem todos, mas que aceitem”, referiu.

O bispo auxiliar de Lisboa, D. Américo Aguiar, esteve à conversa com Manuel Luís Goucha, na TVI, e falou sobre a Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa.
“Como é que lidou com as polémicas que aconteceram à volta dos custos?”, perguntou Goucha.
“Primeiro, com mágoa, porque eu devia ter antecipado. Trabalho há muitos anos no mundo mediático, com os media, e devia ter antecipado muitas coisas de maneira a envolver”, respondeu D. Américo Aguiar.
“Acho que, acima de tudo, o que houve de erro foi os nossos parceiros media e os jornalistas não estarem envolvidos no processo de maneira a entenderem a dimensão do encontro e a dimensão de tudo o que são os custos e as dificuldades e o retorno”, acrescentou.
“É tudo grande e é tudo muito, mas também será um retorno, quer material, quer da marca e da imagem de Portugal no mundo inteiro”, continuou.
Destacou que a JMJ “é qualquer coisa única”.
“Um milhão de jovens do mundo inteiro à solta na nossa cidade, nas nossas terras, nas nossas vidas é qualquer coisa única de experiência da nossa vida. Não peço que concordem todos, mas que aceitem, que acreditem que é uma coisa importante para a juventude portuguesa, para a juventude do mundo inteiro e para o futuro da humanidade”, rematou D. Américo Aguiar.
