Diana morreu há 29 anos: o acidente que marcou a realeza britânica

Diana morreu há 29 anos: o acidente que marcou a realeza britânica e todo o mundo, deixando-o em choque.

A princesa tinha 36 anos quando sofreu o acidente de viação em Paris. Quase três décadas depois, a sua imagem continua ligada à moda, à solidariedade e a uma nova forma de aproximar a monarquia das pessoas.

Foi há exatamente 29 anos que o mundo acordou com a notícia da morte da princesa Diana. A 31 de agosto de 1997, um acidente de viação no túnel da Ponte de l’Alma, em Paris, interrompeu a vida de uma das mulheres mais conhecidas e admiradas da época.

Diana tinha 36 anos e encontrava-se na capital francesa quando o automóvel em que seguia se despistou. A princesa foi transportada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O acidente provocou também a morte de Dodi Al-Fayed e do motorista Henri Paul.

A notícia desencadeou uma onda de comoção que ultrapassou as fronteiras do Reino Unido. Milhares de pessoas deslocaram-se aos palácios reais para prestar homenagem àquela que ficaria conhecida como a “princesa do povo”.

Do casamento com Carlos ao afastamento da realeza

Diana Spencer casou-se com o então príncipe Carlos em 1981, numa cerimónia acompanhada por milhões de pessoas em todo o mundo. Da união nasceram os príncipes William e Harry.

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O casamento foi, durante anos, apresentado como um conto de fadas, mas as dificuldades vividas pelo casal tornaram-se progressivamente públicas. Diana e Carlos anunciaram a separação em 1992 e o divórcio ficou concluído em 1996, cerca de um ano antes da morte da princesa.

Mesmo depois de se afastar formalmente da família real, Diana continuou a despertar uma enorme atenção mediática. As suas aparições públicas, escolhas pessoais e relações permaneceram sob o olhar permanente da imprensa internacional.

Um legado para além da imagem

Considerada um ícone de moda e elegância, Diana destacou-se igualmente pelo envolvimento em diferentes causas humanitárias. A princesa aproximou-se de pessoas afetadas pelo VIH e pela sida numa altura em que o preconceito ainda dominava o discurso público, além de ter participado em campanhas contra as minas terrestres.

A forma próxima como lidava com as pessoas ajudou a construir uma imagem diferente daquela que tradicionalmente estava associada à realeza britânica. Diana procurava o contacto direto, abraçava quem encontrava e colocava rostos e histórias humanas no centro das causas que apoiava.

Quase três décadas depois da sua morte, a princesa continua presente na cultura popular e na imprensa mundial. A sua vida inspirou livros, documentários, filmes e séries, enquanto o percurso dos filhos mantém inevitavelmente viva a memória da mulher que deixou uma marca profunda na história contemporânea da monarquia britânica.

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