Diogo Alexandre alerta para consumo recreativo de fármacos da disfunção erétil entre jovens, nas redes sociais.
O uso crescente de medicamentos para a disfunção erétil voltou a ser tema de debate após um alerta público feito por Diogo Alexandre. Através das redes sociais, o ex-concorrente manifestou preocupação com aquilo que considera um hábito cada vez mais banalizado.
Consumo sem necessidade médica preocupa
Segundo Diogo Alexandre, estes medicamentos estão a ser usados por muitos jovens sem qualquer indicação clínica. Na sua análise, a motivação passa frequentemente por fatores externos.
“Estamos a criar uma geração de homens que só conseguem ter uma reação tomando comprimidos.”
O antigo concorrente explicou que o consumo surge, muitas vezes, “por curiosidade, pressão social ou competição”, mesmo quando não existe qualquer problema físico diagnosticado.
“Não é falta de capacidade, é ansiedade”
Ao aprofundar o tema, Diogo Alexandre rejeitou a ideia de que o recurso a estes fármacos represente autoconfiança. Pelo contrário, apontou para uma origem emocional.
“Isto não é confiança, é medo disfarçado”, afirmou.
Nesse contexto, destacou que em Portugal a disfunção erétil em idades jovens está maioritariamente ligada a fatores psicológicos, como stress ou consumo excessivo de pornografia.
“O pénis até funciona, mas a cabeça não o deixa trabalhar.”
Caso real ilustra disfunção emocional
Para reforçar o alerta, Diogo Alexandre recordou um episódio vivido quando trabalhava ao balcão de uma farmácia. Um cliente pediu medicação para a disfunção erétil, mas a conversa revelou outra realidade.
“O senhor não tinha qualquer patologia. Na verdade, o que ele tinha era três amantes. E só falhava fisicamente com a sua verdadeira mulher”, contou.
A conclusão foi direta e sem ambiguidades:
“Naquele caso, não era disfunção erétil. Era uma disfunção emocional. (…) Ele não precisava de Viagra, precisava era de tomar uma decisão na sua vida.”
Uso recreativo ensina o cérebro da forma errada
A terminar, Diogo Alexandre deixou um aviso claro sobre os efeitos a longo prazo do consumo destes comprimidos sem necessidade médica. Para o ex-concorrente do Secret Story 8, o problema ultrapassa o momento imediato.
Segundo explicou, o uso “por diversão” condiciona o cérebro e transforma cada relação íntima num teste de ansiedade, criando uma dependência psicológica difícil de inverter.
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