Duarte Siopa recorda caso Renato Seabra e Carlos Castro: “É muito difícil nós sabermos toda a verdade”

Duarte Siopa recorda caso Renato Seabra e Carlos Castro: “É muito difícil nós sabermos toda a verdade”, assinalou.

Crime que marcou Portugal

Foi a 7 de janeiro de 2011 que Renato Seabra assassinou Carlos Castro, em Nova Iorque. O jovem modelo cumpre desde então pena numa prisão norte-americana. O tema voltou a ser discutido no programa Noite das Estrelas, da CMTV, emitido na madrugada desta quarta-feira, 20 de agosto.

A data ganha relevância porque, em 2025, o cronista social completaria 80 anos. Além disso, segundo o Correio da Manhã, a irmã de Renato Seabra, Joana Seabra, é atualmente deputada da Assembleia da República pela coligação Aliança Democrática.

Opinião de Duarte Siopa

Durante o debate, o comentador Duarte Siopa partilhou a sua visão sobre o caso: “Tenho uma opinião muito própria, que não interessa nada, mas tenho uma opinião muito própria de que o miúdo [Renato Seabra] não era homossexual. Esta foi sempre a minha convicção”.

Em seguida, acrescentou: “Acho que ele é um miúdo que vem de uma ‘terriola’, que tem o sonho de ser conhecido, o sonho de fazer moda e depois a sede de protagonismo, que é isso que depois o leva a este estado”.

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Pressão e descontrolo

Duarte Siopa sublinhou ainda: “Acho que todo este problema que acontece depois, com a morte do Carlos Castro, eu acho que é o Renato que não estava já bem psicologicamente. Ele queria, mas no fundo, o íntimo dele dizia ‘eu não gosto de homens, por isso, estou-me a sujeitar a coisas que não consigo’”.

O comentador recordou também a chamada de Renato Seabra para a mãe, antes do crime: “Ele estava com uma pressão muito grande e essa pressão, que deduzimos que seja feita pelo Carlos Castro, ele não a suporta e, ao não suportar, teve um surto”.

Um caso sem respostas definitivas

Para terminar, Duarte Siopa deixou claro que o mistério permanece: “É muito difícil nós sabermos toda a verdade”.

Veja este momento aqui.

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