Eduardo Madeira quebra o silêncio sobre processo de Manuel Marques: “Já estou como o Tatanka: ‘Não sei o que estou aqui a fazer’”

Eduardo Madeira quebra o silêncio sobre processo de Manuel Marques: “Já estou como o Tatanka: ‘Não sei o que estou aqui a fazer’”, disse.

O humorista Eduardo Madeira foi chamado a depor no âmbito do processo de violência doméstica que envolve o ator Manuel Marques e a filha mais velha deste, Inês, de 18 anos. Apesar de já não manterem uma relação próxima, a ligação passada entre ambos levou à sua convocação pelas autoridades.


“Não vi nada que possa ser considerado”

Em declarações ao site 24Horas, Eduardo Madeira esclareceu que não foi ele quem se ofereceu para prestar depoimento: “Foi a Polícia que me chamou, e já estou como o Tatanka: ‘Não sei o que estou aqui a fazer’”, afirmou.

Durante o depoimento, respondeu às questões colocadas, mas sublinhou que não tinha informação relevante a acrescentar ao processo:
“Não posso ter [informações], porque não sei o que acontece dentro das casas. Não vi nada que possa ser considerado. Não sou aquela pessoa que vai dizer uma bomba que a Polícia vai pensar ‘aqui está’.”


“Se ele não ligou, é porque tem a consciência tranquila”

Questionado sobre uma possível reação negativa de Manuel Marques ao seu envolvimento no processo, Eduardo Madeira foi direto.
“Era preciso que o Manuel soubesse o que eu disse. Como é que ele pode saber o que quer que seja, se isto é uma fase inicial?”, começou por dizer.

De seguida, reforçou que não recebeu qualquer contacto do antigo colega:
“Se ele tivesse tido informações sobre o que eu disse contra ele, podia pegar no telefone e dizer alguma coisa. Se não fez isso, é porque tem a consciência tranquila.”


Amizade já ficou no passado

O ator e humorista também fez questão de clarificar o estado atual da relação entre ambos.
“Já fomos mais próximos, porque trabalhámos muito juntos. Depois, deixámos de trabalhar e a vida segue. Ele foi para a vida dele e eu fui para a minha”, admitiu.

Por fim, Eduardo Madeira destacou que o processo deve ser tratado com base em testemunhos mais diretos:
“Tem de ser com pessoas que tenham mais proximidade. Essas é que podem ter testemunhado alguma coisa.”

A situação continua em investigação pelas autoridades.

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