«Funtástico»: Goucha corrige expressão usada pelo júri e António Leal e Silva responde

«Funtástico»: Goucha corrige expressão usada pelo júri e António Leal e Silva responde através das redes sociais.

O apresentador defendeu que deve dizer-se apenas “cante” ou “canto alentejano”, mas o jurado explicou que utilizou “cante alentejano” de forma intencional.

Uma questão terminológica marcou a emissão do «Funtástico» transmitida pela TVI no domingo, 30 de agosto. Depois da atuação do concorrente Gonçalo Pereira e das avaliações do júri, Manuel Luís Goucha interrompeu o programa para fazer um esclarecimento.

O apresentador reagiu ao uso da expressão “cante alentejano” por alguns dos jurados, defendendo que o termo “cante” já identifica o canto tradicional do Alentejo.

“Deixe-me só esclarecer em 30 segundos. Quando nós dizemos cante, cante é canto alentejano. Cante alentejano não existe, cante é cante. E, quando dizemos cante, estamos a falar de canto alentejano. Portanto, ou dizemos cante ou dizemos canto alentejano. Eu digo cante porque estou a falar do canto alentejano e é Património Imaterial da Humanidade”, afirmou Manuel Luís Goucha.

O momento pode ser revisto na TVI Player, por volta das quatro horas e 14 minutos de emissão.

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António Leal e Silva rejeita ter cometido uma gafe

António Leal e Silva, um dos jurados que utilizou repetidamente a expressão, reagiu depois do programa através de um vídeo publicado no Instagram. O comentador explicou que a escolha das palavras foi intencional e procurou facilitar a compreensão de quem não conhece o género musical.

“Foi interpretado como gafe eu ter dito cante alentejano quando estava a avaliar um dos concorrentes. Realmente, eu disse cante alentejano e disse, não porque foi um engano, mas para reforçar a ideia, porque há pessoas que não sabem o que é cante. Então, ao dizer cante alentejano, pelo menos identifico a região e as pessoas percebem melhor de que tipo de cantares estamos a falar”, justificou.

O jurado considerou que a utilização isolada da palavra poderia não ser imediatamente entendida por todos os telespectadores.

“Se eu disser só cante, a pessoa pode não conseguir identificar e eu, quando estou ali, estou a falar para toda a gente e não apenas para algumas pessoas. Está esclarecido, está a explicação dada. Não foi gafe, foi… não sei o que foi. Está dito”, concluiu António Leal e Silva.

Veja a publicação AQUI.

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