Gala dos 33 anos da TVI: V+ Fama arrasa Rita Pereira e aponta “falhazinha” a Cristina Ferreira

Gala dos 33 anos da TVI: V+ Fama arrasa Rita Pereira e aponta “falhazinha” a Cristina Ferreira nos looks escolhidos.

Passadeira vermelha do Casino Estoril em análise detalhada

A emissão do programa V+ Fama foi dedicada à análise dos visuais escolhidos para a gala do 33.º aniversário da TVI, realizada no Casino Estoril.

Desde logo, o anfitrião Adriano Silva Martins abriu o debate sobre os looks da passadeira vermelha. Entre os nomes em destaque estiveram Rita Pereira e Cristina Ferreira.

António Leal e Silva crítico com Rita Pereira

Durante a análise, António Leal e Silva não poupou palavras ao comentar o coordenado de Rita Pereira.

O especialista começou por enquadrar a inspiração do visual: “Ela vai muito do Dolce Gabbana porque isto é muito do Dolce Gabbana, só que há um Dolce Gabbana que é poucachinho. Por isso, para ir de poucachinho, até é melhor ir de Zara”.

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Além disso, reforçou a crítica com uma comparação ainda mais direta: “Para ir de poucachinho, o melhor é ir de Primark”.

Apesar das reservas quanto ao conjunto, houve um detalhe elogiado. O comentador destacou a escolha da cor escura, sublinhando: “Teve uma coisa boa, ao contrário de outros looks anteriores dela, é que é preto. Preto é uma cor que ajuda em tudo. Mesmo quando os vestidos não são bonitos, para não dizer horrorosos, de preto aquilo disfarça tudo e entra e não se percebe”.

Cristina Ferreira elogiada, mas sapatos geram polémica

Por outro lado, o visual de Cristina Ferreira reuniu consenso positivo quanto à elegância. Ainda assim, o calçado foi alvo de críticas.

Guilherme Castelo Branco destacou a evolução do estilo: “Mais discreto do que em anos anteriores. Está muito elegante. Gosto de ver o cabelo apanhado. Gosto da cor. Não é preto, mas é uma cor escura”.

No entanto, apontou uma falha: “Só acho que o vestido tão fechado, não tendo decote, não tendo nada, os pés estão demasiado expostos. Acho que podia ser um sapato fechado”.

A opinião foi partilhada por Pedro Capitão, que afirmou: “Eu não teria feito esta escolha de sapatos”.

Já António Leal e Silva aprofundou a crítica ao calçado: “Não é uma questão de falha. Realmente houve ali um lapso. Não foi bem pensado. É uma realidade. Realmente foi muito mal pensado. Ela devia ter levado um stiletto da cor do vestido, ou preto”.

Além disso, explicou a sua perspetiva com humor: “Nunca se usa sandália com vestidos de manga comprida, porque este vestido tem um ar muito invernoso” e acrescentou: “Faz de conta que ela tem os pés em agosto e o tronco está em dezembro”.

Elogios finais à apresentadora

Apesar da crítica, o comentador fez questão de sublinhar a elegância da diretora de entretenimento da estação.

“A fotografia não faz jus. O vestido é realmente muito bonito. Ficava-lhe muito bem. Ela estava incrivelmente discreta, que eu amo. Cabelo agarrado, as joias. Estava tudo impecável. Era uma Cristina mais elegante, mais discreta. Foi pena a falhazinha da sandália”, concluiu.

Assim, a gala do 33.º aniversário da TVI continua a dar que falar, não apenas pelos momentos em palco, mas também pelas escolhas de estilo que marcaram a passadeira vermelha.Passadeira vermelha do Casino Estoril em análise detalhada

A emissão do programa V+ Fama foi dedicada à análise dos visuais escolhidos para a gala do 33.º aniversário da TVI, realizada no Casino Estoril.

Desde logo, o anfitrião Adriano Silva Martins abriu o debate sobre os looks da passadeira vermelha. Entre os nomes em destaque estiveram Rita Pereira e Cristina Ferreira.

António Leal e Silva crítico com Rita Pereira

Durante a análise, António Leal e Silva não poupou palavras ao comentar o coordenado de Rita Pereira.

O especialista começou por enquadrar a inspiração do visual: “Ela vai muito do Dolce Gabbana porque isto é muito do Dolce Gabbana, só que há um Dolce Gabbana que é poucachinho. Por isso, para ir de poucachinho, até é melhor ir de Zara”.

Além disso, reforçou a crítica com uma comparação ainda mais direta: “Para ir de poucachinho, o melhor é ir de Primark”.

Apesar das reservas quanto ao conjunto, houve um detalhe elogiado. O comentador destacou a escolha da cor escura, sublinhando: “Teve uma coisa boa, ao contrário de outros looks anteriores dela, é que é preto. Preto é uma cor que ajuda em tudo. Mesmo quando os vestidos não são bonitos, para não dizer horrorosos, de preto aquilo disfarça tudo e entra e não se percebe”.

Cristina Ferreira elogiada, mas sapatos geram polémica

Por outro lado, o visual de Cristina Ferreira reuniu consenso positivo quanto à elegância. Ainda assim, o calçado foi alvo de críticas.

Guilherme Castelo Branco destacou a evolução do estilo: “Mais discreto do que em anos anteriores. Está muito elegante. Gosto de ver o cabelo apanhado. Gosto da cor. Não é preto, mas é uma cor escura”.

No entanto, apontou uma falha: “Só acho que o vestido tão fechado, não tendo decote, não tendo nada, os pés estão demasiado expostos. Acho que podia ser um sapato fechado”.

A opinião foi partilhada por Pedro Capitão, que afirmou: “Eu não teria feito esta escolha de sapatos”.

Já António Leal e Silva aprofundou a crítica ao calçado: “Não é uma questão de falha. Realmente houve ali um lapso. Não foi bem pensado. É uma realidade. Realmente foi muito mal pensado. Ela devia ter levado um stiletto da cor do vestido, ou preto”.

Além disso, explicou a sua perspetiva com humor: “Nunca se usa sandália com vestidos de manga comprida, porque este vestido tem um ar muito invernoso” e acrescentou: “Faz de conta que ela tem os pés em agosto e o tronco está em dezembro”.

Elogios finais à apresentadora

Apesar da crítica, o comentador fez questão de sublinhar a elegância da diretora de entretenimento da estação.

“A fotografia não faz jus. O vestido é realmente muito bonito. Ficava-lhe muito bem. Ela estava incrivelmente discreta, que eu amo. Cabelo agarrado, as joias. Estava tudo impecável. Era uma Cristina mais elegante, mais discreta. Foi pena a falhazinha da sandália”, concluiu.

Assim, a gala do 33.º aniversário da TVI continua a dar que falar, não apenas pelos momentos em palco, mas também pelas escolhas de estilo que marcaram a passadeira vermelha.

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