Gustavo Santos questiona vacina da hepatite B em recém-nascidos e lança apelo: “Acorda, Portugal!”

Gustavo Santos questiona vacina da hepatite B em recém-nascidos e lança apelo: “Acorda, Portugal!”, afirmou.

Gustavo Santos voltou a gerar debate nas redes sociais. Desta vez, o escritor partilhou uma reflexão polémica sobre a vacinação infantil em Portugal, centrando-se na vacina contra a hepatite B administrada a recém-nascidos.

Num tom crítico e indignado, Gustavo dirigiu-se aos seguidores e questionou a prática quando a mãe não é portadora do vírus. O desabafo terminou com um apelo direto à sociedade portuguesa.

Gustavo Santos pede explicações sobre a vacinação

O escritor começou por colocar em causa a decisão de vacinar bebés logo após o nascimento, nos casos em que a mãe tem resultado negativo para hepatite B.

Sem suavizar o tom, Gustavo Santos exigiu uma justificação para a medida.

“Qual é a justificação médica e científica para continuarmos a vacinar recém-nascidos contra a hepatite B se a mãe está negativa? Qual é a justificação médica e científica?“, questionou.

A intervenção foi feita nas redes sociais e rapidamente assumiu um tom de denúncia. O autor mostrou-se visivelmente incomodado com aquilo que considera ser uma prática sem explicação suficiente.

Escritor rejeita a existência de provas

Na sequência do desabafo, Gustavo Santos avançou com a sua própria leitura sobre o tema. Sem apresentar, no texto partilhado, dados ou respostas de entidades oficiais, o escritor rejeitou a existência de base para esta vacinação nestas circunstâncias.

“Não há! Não há justificações, não há provas, não há nada!“, atirou.

A frase reforçou o tom polémico da publicação, num assunto ligado à saúde pública e que costuma gerar fortes reações.

Crítica ao sistema e apelo a Portugal

Mais do que uma crítica à vacina em si, Gustavo Santos levou o desabafo para uma leitura mais ampla sobre o sistema. O escritor falou de controlo e usou uma linguagem marcada pela dimensão espiritual que tem caracterizado várias das suas reflexões públicas.

“Só há uma coisa: o interesse louco em sistematizar cada alma, quando acaba de encarnar“, afirmou.

No final, deixou uma mensagem curta aos seguidores e ao país.

“Um forte abraço e acorda, Portugal!“, rematou.

Com esta publicação, Gustavo Santos volta a colocar-se no centro de uma discussão sensível. A intervenção junta crítica social, desconfiança perante o sistema e um apelo ao despertar coletivo.

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