Harry foi pago para falar do luto por Diana: valor da participação não foi divulgado sobre o assunto.
A participação do príncipe Harry num vídeo da MasterClass sobre o luto foi remunerada, segundo uma confirmação atribuída ao seu porta-voz pelo jornalista especializado em realeza Tom Sykes. O montante recebido pelo duque de Sussex não foi divulgado.
No conteúdo, dedicado ao tema “Redefinindo o luto: construir resiliência através da perda”, Harry conversou com a neurocientista Mary Francis O’Connor, professora de psicologia na Universidade do Arizona, sobre a morte da mãe e a dificuldade que sentiu durante anos em expressar emoções.
A remuneração tornou-se um dos pontos de discussão em torno do vídeo, mas os valores avançados sobre contratos da plataforma não permitem determinar quanto recebeu o príncipe.
Valores referidos para a plataforma não confirmam pagamento a Harry
O portal RadarOnline referiu que convidados de renome podem receber cerca de 100 mil dólares pela assinatura de um acordo com a MasterClass, a que se pode somar uma participação de 30% nos direitos de autor associados às subscrições.
Essas condições foram apresentadas como referência para colaborações com a plataforma. Não foram divulgados elementos que confirmem a sua aplicação ao contrato de Harry.
A confirmação atribuída ao porta-voz do duque de Sussex limita-se à existência de remuneração pelo testemunho, mantendo-se desconhecido o valor acordado.
“Sentia que tinha de estar triste”
Durante a conversa com Mary Francis O’Connor, Harry regressou ao impacto da morte de Diana, em 1997, num acidente em Paris. O duque explicou que associava a permanência da dor à demonstração do amor e da saudade que sentia pela mãe.
“Sentia que tinha de estar triste e emocionalmente entorpecido para lhe provar que sentia a sua falta”, afirmou.
Harry descreveu ainda a dificuldade em chorar depois da perda, retomando um relato que já tinha partilhado em 2023 numa entrevista ao programa “60 Minutos”.
“Não chorei quando me disseram que a minha mãe tinha morrido, apenas no funeral dela, e depois nunca mais durante quase duas décadas”, revelou.
O testemunho centrou-se nesse bloqueio e na forma como viveu o luto desde a juventude, no âmbito de uma conversa sobre a adaptação à perda.
