Livro de Charles Spencer reacende polémica sobre Diana e rumores sobre Carlos III e Camilla, segundo foi revelado.
A Woman’s Day associa as memórias do irmão de Diana a alegadas tensões no casamento dos monarcas. Buckingham Palace contestou a versão do livro sobre conversas ocorridas após a morte da princesa.
As memórias de Charles Spencer sobre a irmã, Diana, voltaram a colocar o passado da família real britânica em discussão. A revista Woman’s Day atribui ao livro «Swan Song: Diana, My Sister», referido em português como «O Canto do Cisne», um impacto na relação entre Carlos III e Camilla, com base num testemunho anónimo.
A alegada crise conjugal não está confirmada. Já a contestação ao conteúdo do livro é pública: Buckingham Palace rejeitou a versão de Spencer sobre conversas relacionadas com a morte de Diana, segundo a Reuters.
A versão apresentada pela revista
À Woman’s Day, uma fonte descrita como próxima do casal afirmou que a publicação terá agravado tensões:
“Há muitos comentários de que os dois chegaram ao limite e que isso está a afetar o casamento de maneira muito significativa. O consenso crescente é de que o livro de Spencer foi, definitivamente, a gota de água.”
A mesma fonte acrescentou: “Carlos não consegue parar de falar sobre as memórias de Spencer a respeito da falecida princesa Diana e sobre tudo o que o livro trouxe novamente à tona.”
Alegações sobre Diana contestadas pelo Palácio
Entre os episódios atribuídos a Carlos no livro está uma alegada intenção de “esquecer rapidamente Diana” após a sua morte.
Estas passagens correspondem ao relato de Charles Spencer e são contestadas pelo Palácio. Não constituem, por si só, prova das tensões conjugais descritas pela revista.
Camilla também se sentiria visada
A fonte da Woman’s Day descreveu ainda a suposta reação da rainha ao impacto da obra:
“Tem tentado ser compreensiva, mas não tem muita paciência, porque também se sente atacada. Não é segredo que ela e o rei não estão numa boa fase.”
As afirmações sobre o casamento assentam nesse testemunho não identificado, sem uma confirmação pública dos monarcas.
