Márcia Soares recorda primeiro emprego e deixa conselho: “Não usem o ChatGPT”, afirmou em entrevista.
Márcia Soares recuou aos 18 anos para recordar aquele que foi o seu primeiro contacto com o mundo do trabalho. Em entrevista à Selfie, a antiga concorrente de reality shows contou que começou a trabalhar numa feira popular, numa função que acabou por se revelar bastante mais exigente do que poderia parecer à primeira vista.
A experiência ficou-lhe na memória não apenas pelo esforço físico envolvido, mas também pela forma como acabou por influenciar a importância que passou a atribuir aos estudos e à preparação para o futuro profissional.
Primeiro emprego foi numa feira popular
Márcia Soares trabalhava num jogo de perícia em que os participantes tinham de lançar círculos e tentar fazê-los cair por baixo de pequenos cubos para conseguirem um prémio.
Ao recordar o funcionamento do jogo, revelou também um pormenor que dificultava consideravelmente a tarefa dos clientes.
“O meu primeiro emprego, quando eu tinha 18 anos, foi numa feira. Aquilo era um jogo com uns cubinhos e as pessoas tinham que mandar uns círculos. Se aquilo caísse em baixo do cubo, ganhavam um prémio. Agora, aqui um segredo entre nós: o cubo era bem mais largo do que os círculos. As pessoas não ganhavam”, contou, entre risos.
Apesar do lado caricato da memória, o trabalho diário acabou por ter um peso importante na forma como começou a olhar para o próprio futuro.
“Deu-me vontade de estudar para ter um emprego bom”
A exigência física daquela primeira experiência profissional fez com que Márcia Soares reforçasse a vontade de estudar e procurar outras oportunidades.
“Deu-me vontade de estudar para ter um emprego bom. Aquilo era, fisicamente, muito duro. Portanto, foi uma prova também de que temos que estudar e ter um emprego bom”, explicou.
A conversa acabou depois por chegar à forma como os jovens estudam atualmente e à utilização crescente de ferramentas de inteligência artificial.
Foi aí que Márcia Soares deixou um conselho direto.
“Acho que, hoje em dia, se calhar, um bom conselho é não usem o ChatGPT. Tentem aprender realmente o que estão a estudar. Isto assusta-me muito para o futuro. Portanto, o meu primeiro conselho é que realmente conheçam a teoria para depois poderem por em prática”, afirmou.
Mais do que rejeitar a tecnologia em si, a preocupação expressa pela comentadora centrou-se na necessidade de os estudantes não substituírem a aprendizagem e o conhecimento efetivo por respostas obtidas de forma imediata.
