Marco Costa emociona com reflexão sobre o tempo: “Envelhecer é o privilégio silencioso de quem continua vivo”, afirmou.
Marco Costa voltou a abrir o coração nas redes sociais. Neste sábado, 16 de maio, o pasteleiro partilhou uma reflexão sentida sobre a passagem do tempo, as marcas no corpo e a forma como olha para o envelhecimento.
Sem dramatizar as rugas ou a barba branca, Marco Costa deixou uma mensagem de aceitação, resistência e gratidão pela vida.
Marco Costa fala das rugas sem medo
A reflexão começou com uma declaração direta sobre as marcas que o tempo deixa no rosto.
“Não tenho medo das rugas. Elas não chegaram para me roubar beleza, vieram para escrever em mim as histórias que sobreviveram ao tempo”.
Com estas palavras, Marco Costa afastou a ideia de que envelhecer seja uma perda. Pelo contrário, apresentou as rugas como memória visível de tudo aquilo que foi vivido e ultrapassado.
A barba branca como sinal de caminho
Depois, o pasteleiro falou também da barba branca, outra marca física que muitos tentam esconder.
Marco Costa, porém, assumiu-a como parte do percurso.
“Não escondo a barba branca. Ela não anuncia o fim, anuncia caminho. Anuncia manhãs vencidas, quedas ultrapassadas, dias em que pensei desistir e mesmo assim fiquei”.
A mensagem ganhou aqui um tom mais íntimo. Entre dificuldades, quedas e momentos de resistência, Marco Costa associou o envelhecimento à capacidade de continuar.
“Há quem lute contra o espelho. Eu não”
Na parte final do desabafo, Marco Costa deixou uma frase sobre a relação com a própria imagem.
“Há quem lute contra o espelho. Eu não. (…) Porque envelhecer é o privilégio silencioso de quem continua vivo” – rematou.
Assim, o pasteleiro transformou uma reflexão pessoal numa mensagem mais ampla sobre aceitação. Para Marco Costa, o tempo não deve ser encarado como inimigo, mas como prova de vida, caminho e sobrevivência.
A publicação voltou a mostrar um lado mais sensível do pasteleiro, que tem usado as redes sociais para partilhar pensamentos pessoais com quem o acompanha.
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