Marco Costa despede-se da cadela Pipa após 14 anos: “Vais fazer muita falta à nossa família”, escreveu nas redes sociais.
Pasteleiro partilhou a perda nas redes sociais
Marco Costa está a atravessar um momento doloroso. O pasteleiro recorreu às redes sociais para anunciar a morte de Pipa, a cadela que acompanhou a família durante 14 anos.
A notícia foi partilhada com uma fotografia da cadelinha e uma mensagem curta, mas carregada de emoção.
Na publicação, Marco Costa escreveu: “𝗘𝘀𝘁𝗲 𝗮𝗻𝗷𝗼 𝗵𝗼𝗷𝗲 𝗱𝗲𝘀𝗽𝗲𝗱𝗶𝘂-𝘀𝗲 𝗱𝗲 𝗻𝗼́𝘀. 𝗗𝗲𝘀𝗰𝗮𝗻𝘀𝗮 𝗲𝗺 𝗣𝗮𝘇, 𝗣𝗶𝗽𝗮. 𝗩𝗮𝗶𝘀 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗿 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗮 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗮 𝗮̀ 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗮 𝗳𝗮𝗺𝗶́𝗹𝗶𝗮”.
“Esteve presente nos dias que ninguém conhece”
Depois da primeira partilha, Marco Costa voltou a abrir o coração. Numa segunda publicação, recordou a presença constante de Pipa ao longo de diferentes fases da sua vida.
O pasteleiro sublinhou que a cadela esteve ao lado da família nos momentos felizes, mas também nos períodos mais difíceis.
Marco escreveu: “𝗗𝘂𝗿𝗮𝗻𝘁𝗲 𝟭𝟰 𝗮𝗻𝗼𝘀, 𝗲𝗹𝗮 𝗳𝗲𝘇 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗲 𝗱𝗮 𝗺𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗳𝗮𝗺𝗶́𝗹𝗶𝗮. 𝗘𝘀𝘁𝗲𝘃𝗲 𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗻𝗼𝘀 𝗱𝗶𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝗶𝗻𝗴𝘂𝗲́𝗺 𝗰𝗼𝗻𝗵𝗲𝗰𝗲. 𝗡𝗼𝘀 𝗱𝗶𝗮𝘀 𝗲𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘂 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘃𝗮 𝗳𝗲𝗹𝗶𝘇. 𝗡𝗼𝘀 𝗱𝗶𝗮𝘀 𝗲𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘃𝗮 𝗽𝗲𝗿𝗱𝗶𝗱𝗼. 𝗡𝗼𝘀 𝗺𝗼𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗻𝗾𝘂𝗶𝘀𝘁𝗮. 𝗡𝗼𝘀 𝗺𝗼𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝗿𝗿𝗼𝘁𝗮”.
Uma presença silenciosa em casa
Na mensagem, Marco Costa destacou também aquilo que muitos donos de animais reconhecem: a companhia discreta, diária e sem necessidade de explicações.
A Pipa, segundo o pasteleiro, estava sempre presente. Mesmo quando não havia palavras, havia companhia.
Marco Costa recordou: “𝗘́ 𝘀𝗶𝗺𝗽𝗹𝗲𝘀𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘃𝗮 𝗹𝗮́. 𝗤𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗲𝘂 𝗰𝗵𝗲𝗴𝗮𝘃𝗮 𝗮̀ 𝗰𝗮𝘀𝗮, 𝗲𝗹𝗮 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘃𝗮 𝗹𝗮́. 𝗤𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗲𝘂 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮𝘃𝗮 𝗱𝗲 𝘂𝗺 𝗮𝗯𝗿𝗮𝗰̧𝗼 𝘀𝗲𝗺 𝗽𝗮𝗹𝗮𝘃𝗿𝗮𝘀, 𝗲𝗹𝗮 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘃𝗮 𝗹𝗮́”.
Marco Costa fala sobre a coragem de amar
A despedida de Pipa levou Marco Costa a deixar uma reflexão sobre o amor e a perda. Depois de 14 anos de ligação, o pasteleiro reconheceu a dor de quem ama profundamente.
No final da mensagem, escreveu: “𝗛𝗼𝗷𝗲 𝗹𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼-𝗺𝗲, 𝗮𝗶𝗻𝗱𝗮 𝗵𝗼𝗷𝗲, 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗺𝗮𝗿 𝗽𝗿𝗼𝗳𝘂𝗻𝗱𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲́ 𝘀𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲 𝘂𝗺 𝗮𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗿𝗮𝗴𝗲𝗺”.
Com esta partilha, Marco Costa mostrou uma dor familiar e íntima. A Pipa não era apenas um animal de estimação. Era uma presença de casa, de rotina e de afecto, agora recordada com saudade.

