Maya critica “não ver mais gente” no funeral de Nuno Guerreiro

Maya critica “não ver mais gente” no funeral de Nuno Guerreiro, embora ela também não tenha marcado presença.

O funeral de Nuno Guerreiro realizou-se na quarta-feira, 23 de abril, na Igreja de São Francisco, em Loulé.

Assim, entre os familiares e amigos que estiveram no último adeus ao cantor, Manuel Moura dos Santos, agente e amigo de Nuno, e os cantores Liliana Almeida e Olavo Bilac também marcaram presença.

Posteriormente, no ‘Noite das Estrelas’, da CMTV, algumas imagens do funeral foram exibidas e Maya disse: “Eu fico sempre muito, enfim, desiludida, eu diria, mas também, enfim, contra mim falo, de nestes funerais não ver mais gente, não ver mais artistas, não ver ali uma homenagem mais séria“.

“Já Marco Paulo também teve um funeral muito limitado relativamente à sua popularidade“, lembrou.

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Daniel Nascimento defendeu: “Poderia dizer muitas coisas, mas há coisas que eu prefiro nem sequer dizer. Porque quando as pessoas estão bem, quando está tudo a correr bem, todos são amigos, todos se abraçam, todos se conhecem. Ouvimos muitas vezes dizer que são amigos há 20 anos e eu estou sempre a dizer que as pessoas usam a palavra amizade de forma leviana. Porque há uma diferença entre socialmente conhecermos as pessoas, lidarmos com elas, e sermos amigos. E se formos olhar à volta, vamos perceber que não temos tantos amigos assim. Conhecemos é muitas pessoas e as pessoas podem ter relações boas, profissionais, sociais, não significa que sejam amigos“.

“E nestes momentos percebemos, porque muitos comentários, inclusive nas redes sociais, vão nesse sentido. Não quer dizer que as pessoas não possam escrever um texto bonito sobre alguém que admira, isso é legítimo. Agora quando tu lês certas coisas de pessoas que fazem questão de dizer que são amigos, que trabalharam, fizeram acontecer e depois não vês ali a pessoa…“, acrescentou.

Ricardo Azedo destacou: “Eu não posso dizer aquilo que penso, porque senão saíam-me aqui umas ofensas que, enfim, não estou aqui para ofender ninguém. Eu sei que as pessoas todas têm ocupação, têm agendas preenchidas, toda a gente tem coisas que fazer, tem trabalho, tem vida, tem filhos, claro que sim. A hora não ajudou, 10h30 da manhã, no Algarve, para quem está em Lisboa são 2h30, 3 horas. Ainda assim, há aqui duas ou três pessoas [que estiveram ausentes] que eu acho vergonhoso! Eu vou às duas ou três porque sou simpático. Bem-haja à Liliana, bem-haja ao Olavo, foram prestar apoio à família, a uma mãe que perdeu um filho, precisa de apoio e que não precisa de ler posts no Instagram“.

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