Nuno Janeiro admite saudades das novelas após 1.ª Companhia

Nuno Janeiro admite saudades das novelas após 1.ª Companhia, reality show no qual participou na TVI.

Nuno Janeiro terminou a participação na «1.ª Companhia» com uma nova família e a vontade de regressar à representação. O ator fez um balanço da experiência no programa da TVI e assumiu que sente falta de trabalhar em novelas.

Em entrevista à revista «TV 7 Dias», o antigo concorrente esclareceu que não aceitou o desafio televisivo com o objetivo de conseguir novas oportunidades profissionais. Ainda assim, mantém-se disponível para voltar à ficção.

Representação continua a ser a grande paixão

Nuno Janeiro iniciou o percurso televisivo em «Morangos com Açúcar» e participou, desde então, em vários projetos de ficção. Apesar do afastamento das novelas, não esconde o desejo de regressar.

“Se aparecer alguma oportunidade, cá estou. Não escondo que tenho saudades de fazer novelas”, afirmou.

- Publicidade -

O ator recordou com carinho os trabalhos que realizou desde a estreia e reforçou a ligação à profissão.

“Desde que comecei nos Morangos fiz coisas muito bonitas e claro que gostava de voltar. Representar é a minha paixão, é o que me faz feliz”, acrescentou.

Ator destaca união criada no programa

Além da vertente profissional, Nuno Janeiro valorizou as relações construídas durante a passagem pela «1.ª Companhia». O concorrente considerou a experiência exigente, mas destacou a proximidade que permaneceu entre os participantes depois do final do programa.

“Foi uma das experiências mais desafiantes da minha vida, uma das mais duras também”, começou por recordar.

A convivência intensa acabou por criar um forte espírito de grupo, que continua fora do formato.

“Ficámos muito amigos, ganhei uma família. Continuamos a encontrar-nos e a conviver. Ficou um espírito de grupo bastante forte. (…) O melhor do programa foi a família que ganhei”, revelou.

Nuno Janeiro considerou ainda que a participação valeu a pena, sobretudo pelo carinho recebido do público ao longo da experiência.

- Publicidade -

Destaques

Miguel Lunet: em “Rapaz da Geração Z”, o humor também sabe escrever canções

Há sempre alguém numa festa que parece ter comprado...

Monda: “Talvez Amanhã” e a liberdade de fazer música sem obedecer aos algoritmos

Gosto dos Monda desde o primeiro disco. A ligação...

Rui Veloso emociona o Sagres Campo Pequeno com «Porto Sentido» e homenagens a João Gil e Luís Represas

Rui Veloso levou o Sagres Campo Pequeno numa viagem...

Benfica goleia Celtic ao som de Duran Duran: bis de Jhon dá o tom na Luz

Benfica goleia Celtic ao som de Duran Duran: bis...

Expresso Transatlântico: “Nunca pensamos em público quando estamos a compor”

Expresso Transatlântico: “Nunca pensamos em público quando estamos a...
- Publicidade -

Reportagens

- Publicidade -

Artigos relacionados