Os Relíquia iniciam nova fase com “Rosa de Santana” e reforçam renovação do cante alentejano, assinala o comunicado.
Do Estrelas ao Sábado à afirmação no panorama nacional
O grupo Os Relíquia nasceu em 2024, depois de uma atuação que deixou marca na Taberna O Barranquenho, em Moura. Desde então, o percurso tem sido marcado por crescimento constante e reconhecimento público.
Formado por três cantadores — um natural de Moura e dois de Pedrógão — o trio destacou-se rapidamente no panorama musical. Em 2025, conquistou a vitória na terceira temporada do Estrelas ao Sábado, da RTP, consolidando a sua projeção nacional.
Entretanto, a agenda do grupo tem permanecido preenchida, levando o cante alentejano a diferentes palcos e públicos.
“Rosa de Santana” marca nova etapa criativa
Já no início de 2026, Os Relíquia dão início a uma nova fase artística. Depois de afirmarem a sua identidade dentro do cante tradicional, apresentam agora o primeiro tema original.
O lançamento de “Rosa de Santana” assinala esse passo decisivo na criação própria. Trata-se de um momento simbólico para o grupo, que aposta na expansão da sua linguagem musical.
Segundo o comunicado, “‘Rosa de Santana’ marca um momento especial na história do grupo: o encontro entre a raiz mais pura do cante alentejano e a vontade de o fazer crescer, chegar mais longe e dialogar com novas gerações, sem nunca perder a alma.”
Além disso, o texto acrescenta que a nova canção “Simboliza o começo de um novo capítulo para Os Relíquia, onde tradição e futuro caminham lado a lado, reafirmando o cante como uma expressão viva, atual e profundamente ligada à identidade do Alentejo.”
Tradição e futuro lado a lado
Desta forma, o trio assume o compromisso de preservar a essência do cante, ao mesmo tempo que procura aproximá-lo de novas audiências. A autenticidade e a emoção continuam a ser pilares centrais do projeto.
Os Relíquia são compostos por António Engrola, António Marques e Luísa Engrola. Com “Rosa de Santana”, iniciam um capítulo que poderá ampliar ainda mais o alcance do grupo e reforçar a vitalidade do cante alentejano no presente.
