Pedro Capitão critica Lourenço Ortigão após relato sobre lar da avó: “Põe os olhos na tua avó”, assinalou.
A festa do terceiro aniversário de Vicente Blue, filho de Kelly Bailey e Lourenço Ortigão, acabou por motivar um debate familiar no «V+ Fama».
O menino completou três anos no passado dia 9 de julho. Para assinalar a data, os atores reuniram familiares e amigos, poucas semanas antes de voltarem a ser pais.
Contudo, no programa desta segunda-feira, 13 de julho, Pedro Capitão relacionou o estilo de vida do casal com as dificuldades reveladas por Carolina Ortigão para pagar o lar da mãe.
Festa de Vicente Blue leva debate ao ‘V+ Fama’
Kelly Bailey e Lourenço Ortigão celebraram o aniversário do filho numa fase de mudanças para a família.
O casal prepara-se para receber outro bebé e juntou as pessoas mais próximas para festejar os três anos de Vicente Blue.
Durante a análise do tema no «V+ Fama», Pedro Capitão centrou-se no património e nas casas associadas aos dois atores.
Na opinião do comentador, existe um contraste entre esse nível de vida e as dificuldades anteriormente partilhadas por Carolina Ortigão.
Pedro Capitão critica “despropósito” da situação
Carolina Ortigão tinha revelado que enfrenta dificuldades relacionadas com o pagamento do lar da mãe.
Perante esse contexto, Pedro Capitão considerou desadequada a existência de várias propriedades de valor elevado na família.
“Eu acho impressionante este despropósito de caso, ainda por cima numa casa no Algarve, agora mais outra casa, tudo de alto gabarito e depois vêm-se queixar que não há dinheiro para deixar a avó no lar, que o dinheiro que acaba”, afirmou.
O comentador recordou que o tema tinha sido apresentado publicamente pela própria mãe de Lourenço Ortigão.
“A Carolina Ortigão fez referência a este assunto”, acrescentou.
“Agarra nessa quantia e põe os olhos na tua avó”
Pedro Capitão dirigiu depois um conselho ao ator, defendendo que parte do dinheiro disponível deveria ser aplicada nos cuidados prestados à avó.
“Se há dinheiro para casas, agarra nessa quantia e põe os olhos na tua avó, filho”, declarou.
A posição provocou uma resposta de António Leal e Silva, que procurou contextualizar as declarações de Carolina Ortigão.
António Leal e Silva explica situação da mãe de Carolina Ortigão
O comentador recordou uma intervenção de Carolina Ortigão no «Passadeira Vermelha», onde falou sobre a situação familiar.
Segundo explicou, a mãe necessita de acompanhamento permanente, não sendo possível mantê-la em casa.
“Há um programa da Passadeira Vermelha, em que a Carolina Ortigão realmente está a falar que a vida se torna um pouco complexa porque ela, neste momento, está com um problema com a mãe. Porque é muito difícil colocar a senhora num lar, porque ela não a pode ter em casa porque ela precisa de um acompanhamento mais permanente e porque os lares estão por hora da morte”, explicou.
O custo das instituições e as necessidades de acompanhamento estariam, assim, na origem da dificuldade referida.
“Não sabemos como o assunto está a ser resolvido”
Apesar de compreender a leitura de Pedro Capitão, António Leal e Silva discordou das conclusões apresentadas sobre Lourenço Ortigão.
O comentador salientou que não são conhecidos os acordos existentes dentro da família nem a eventual ajuda prestada pelo ator.
“Percebo o ponto de vista do Pedro, discordo porque quem falou foi a Carolina, e nós não sabemos, em privado, na família, como é que o assunto está a ser resolvido. Não sabemos se a Carolina tem mais irmãos, se o próprio Lourenço se disponibilizou para ajudar no lar.”
António Leal e Silva lembrou ainda que as informações públicas não permitem avaliar a forma como os encargos estão a ser divididos.
“Eu percebo o teu ponto de vista, mas como nós não sabemos o que é que se passa na família…”, prosseguiu.
Comentador defende direito do casal a gerir o próprio dinheiro
Na parte final da intervenção, António Leal e Silva defendeu o direito de Kelly Bailey e Lourenço Ortigão comprarem as propriedades que entenderem.
“O Lourenço e a Kelly têm todo o direito de ter as casas que quiserem, da maneira que quiserem, trabalham para ter dinheiro e mesmo que não trabalhassem, desde que o dinheiro seja da própria pessoa, que não seja roubado ou falcatruas, cada um gasta o dinheiro como quer”, apontou.
O debate terminou, assim, com duas posições diferentes. Pedro Capitão questionou as prioridades financeiras da família, enquanto António Leal e Silva pediu prudência perante uma situação privada cujos detalhes não são conhecidos.
