Rui Unas: “Não perco mesmo muito tempo no passado”, referiu.

“Evito ser saudosista. Não perco mesmo muito tempo no passado. É o presente que me importa, cada vez mais. Porém, fui “obrigado” a ver parte da minha vida até hoje… Nem sempre com a paz de espirito, o coração limpo e a consciência tranquila que gostaria ter tido e hoje cultivo, foi este o meu percurso. Numa vertigem, sempre em busca de algo, sempre a faltar algo, sem saber o quê… na comparação, com medos, frustrações, invejazinhas e egozinhos mesquinhos…“, escreveu numa publicação nas redes sociais.
“E, agora, que já saí dessa pista, que decidi traçar um caminho em ninguém me ultrapassa nem ultrapasso ninguém, porque estou sozinho, que quem se cruza comigo terá sempre o melhor de mim… ganho este “prémio de montanha” na jornada de Sísifo. O verdadeiro prémio não está em sermos melhores que alguém, é tentarmos, de forma consistente, sermos o melhor de nós. E eu estou nisso, meus amigos, estou nisso“, acrescentou.
