Tânia Laranjo reage a assalto violento em Lisboa: «Isto exige outra resposta», afirmou a conhecida jornalista.
Tânia Laranjo recorreu às redes sociais para reagir ao assalto a uma relojoaria no centro de Lisboa, depois de terem sido divulgadas imagens de uma ação que, segundo a jornalista da CMTV, terá durado apenas cerca de três minutos.
Numa publicação feita no Facebook, Tânia Laranjo destacou a rapidez e a violência do episódio e defendeu uma resposta mais musculada das autoridades e da Justiça perante este tipo de criminalidade.
“Três minutos. Foi o tempo que bastou para homens armados entrarem numa relojoaria no centro de Lisboa e levarem tudo o que conseguiram.”
A jornalista referiu ainda que os autores do assalto atuaram de cara tapada, com armas visíveis, e chamou a atenção para a forma como a ação decorreu.
“Cara tapada, sem luvas, armas à vista e uma violência que não deixa margem para dúvidas. As imagens, mostradas na CMTV, são impressionantes.”
“Há uma nova criminalidade violenta, rápida e organizada”
Mais do que relatar o caso, Tânia Laranjo utilizou a publicação para deixar a sua leitura sobre o tipo de criminalidade que considera estar a surgir com maior frequência.
“Há uma nova criminalidade violenta, rápida e organizada. Gente que entra, ameaça, parte, rouba e desaparece em minutos.”
A jornalista defendeu depois aquilo que, na sua opinião, deve mudar na resposta a estes episódios.
“E isto exige outra resposta. Mais polícia. Mais segurança. Mais investigação. E penas mais duras para quem usa violência.”
As palavras representam a posição pessoal de Tânia Laranjo perante o caso e surgiram depois da divulgação das imagens do assalto.
“Uma pessoa abre uma loja de manhã para trabalhar”
No final da publicação, Tânia Laranjo colocou o foco em quem trabalha diariamente em estabelecimentos comerciais e pode ser confrontado com situações desta natureza.
“Porque uma pessoa abre uma loja de manhã para trabalhar. Não pode estar a pensar que, a qualquer momento, entram três homens armados e em três minutos levam tudo.”
A publicação gerou rapidamente milhares de reações e centenas de comentários no Facebook, com o debate a centrar-se sobretudo na segurança, na resposta policial e nas consequências para quem pratica crimes com recurso a violência.
