Teresa Silva revela passado inesperado no “Dois às 10” e surpreende com história antes da televisão

Teresa Silva revela passado inesperado no “Dois às 10” e surpreende com história antes da televisão, esta manhã.

Comentadora do Secret Story teve um colégio durante quase duas décadas

O fenómeno Secret Story voltou a marcar presença na emissão desta quarta-feira do programa “Dois às 10”, na TVI. No estúdio, Teresa Silva foi convidada a comentar o reality show, mas acabou por revelar um capítulo pouco conhecido da sua vida.

Durante a conversa, a antiga concorrente do Big Brother 2020 foi surpreendida com fotografias antigas. As imagens mostravam a comentadora num contexto muito diferente do atual.

Na verdade, Teresa Silva foi proprietária e responsável pela gestão de um colégio durante 18 anos. A experiência acabou por contribuir para as capacidades que hoje aplica ao analisar comportamentos dos concorrentes.

Cristina Ferreira destaca lado pouco conhecido da comentadora

Enquanto eram exibidas imagens da convidada com crianças, Cristina Ferreira decidiu contextualizar o momento em direto. A apresentadora sublinhou que aquele lado profissional não era conhecido do público.

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“É que vê esta moça tantas vezes e nunca a viu certamente assim no seu lado. Mãe de todos quase”.

Assim, Teresa Silva explicou que o colégio nasceu no final dos anos noventa. O projeto surgiu para concretizar um desejo antigo da irmã.

A origem do colégio e o papel decisivo do marido

Segundo recordou, tudo começou quando o marido reparou numa casa vizinha que tinha ficado vazia. A moradia pertencia a um proprietário que tinha falecido.

Foi então que surgiu a ideia de transformar o espaço numa instituição de ensino.

“E o meu marido disse assim, olha, para o colégio da tua irmã. Porque ela andava sempre, porque é que nós não nos metíamos no negócio? Porque era o sonho dela”.

Trabalho intenso e muitas tarefas ao fim de semana

Na altura, Teresa Silva já trabalhava como cabeleireira aos fins de semana. Cláudio Ramos quis saber como conseguia conciliar todas as responsabilidades.

A comentadora admitiu que a gestão do colégio exigia grande dedicação. Muitas tarefas eram feitas manualmente nos dias de descanso.

“Achava eu, mas não, não deixei. Com os fins de semana eu era pintora, fazia tudo, arranjava o jardim, fazíamos tudo e mais alguma coisa”.

Ao longo dos anos, a instituição chegou a acolher mais de noventa crianças. O colégio recebia bebés a partir dos três meses e alunos mais velhos em atividades de tempos livres.

O sonho de infância que nunca esqueceu

Apesar da experiência na área da educação, Teresa Silva admitiu que essa não era a sua verdadeira vocação. Durante a conversa no estúdio, revelou qual era o sonho profissional de infância.

“O meu sonho sempre profissional era ser veterinária. A coisa que eu mais gosto são animais”.

Além disso, recordou também como começou a ligação à profissão de cabeleireira. A memória remonta à adolescência e ao início do namoro com o atual marido.

“Quando comecei a namorar com o Jorge, eu tinha 15 anos, a primeira coisa que fiz foi cortar-lhe o cabelo”.

O segredo de um casamento com quatro décadas

A conversa acabou por avançar para a vida pessoal da comentadora. Cláudio Ramos quis saber há quanto tempo dura a relação com Jorge Silva.

A resposta surgiu em tom bem-humorado.

“Ai meu Deus do Céu, já é mesmo jurássico, já tem 40…”.

Depois, Teresa Silva refletiu sobre a longevidade da relação e sobre as mudanças ao longo dos anos.

“Nós começámos muito jovens e hoje as pessoas não têm paciência para se aturarem, porque já têm a personalidade muito vincada, eu também tinha mas adaptei-me. Ele era um jovem, ele tinha 20 aos, eu tinha 15, ele era um jovem e eu era uma miúda e a coisa foi-se dando, fomos-nos adaptando e a coisa vai correndo”.

Ainda assim, reconheceu que, como em qualquer casal, existem momentos mais difíceis. Contudo, sublinhou que o sentimento continua a ser o elemento central.

“Às vezes há períodos em que não estamos tão bem, não é? Porque já não nos conseguimos ouvir, isto acontece em todos os casais (…). Mas há o fundamental, que é o gostar da pessoa que eu tenho ao meu lado, amar a pessoa, gostar da família… Completar, não é? Eu só tenho noção do quanto ele me faz falta, quando não o tenho ao pé (…)”.

Veja este momento AQUI.

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