1ª Companhia: “A Noélia fala mais do que o que faz”, assinalou o Instrutor Marques, durante esta manhã.
Antes de mais, o Instrutor Marques esteve no programa Dois às 10, da TVI, onde falou abertamente sobre o seu percurso, a forma física e a postura dos recrutas no reality show.
Entrada tardia na tropa e disciplina pessoal
Desde logo, o instrutor explicou que ingressou nas Forças Armadas mais tarde do que o habitual, após abdicar de um emprego estável. A decisão implicou mudanças profundas, sobretudo ao nível da disciplina diária.
Quando confrontado com elogios à sua condição física, foi claro na resposta. “É treino e alimentação. Sobretudo alimentação. Como ovos mexidos, queijo fresco… Como hidratos de carbono durante o dia, mas evito-os nas refeições noturnas. O que interessa é a disciplina.”
Avaliação direta ao desempenho dos recrutas
Entretanto, a conversa passou para o comportamento dos concorrentes da 1ª Companhia, começando por Soraia Sousa.
Por um lado, o Instrutor elogiou a preparação física da recruta. “É uma excelente concorrente”, afirmou. Por outro, apontou a teimosia como fragilidade, recordando o episódio das toalhas molhadas. “São pequenos testes que nós lhes fazemos”, explicou.
Rui Freitas e a correção de atitudes
Depois, o Instrutor abordou o comportamento de Rui Freitas, esclarecendo que não existiu desrespeito intencional.
Ainda assim, sublinhou que a forma de comunicar do recruta exigiu correção, por não se enquadrar nos princípios de disciplina e hierarquia da instrução.
Noélia Pereira e a gestão da pressão
Por fim, a análise incidiu sobre Noélia Pereira. O Instrutor foi direto na observação ao comportamento da algarvia.
Nesse sentido, afirmou: “A Noélia fala mais do que o que faz. Ela tem que falar menos, interiorizar menos, e escutar só.”
Além disso, referiu que a concorrente revela dificuldades em lidar com pressão e frustração, apontando o episódio em que foi apanhada a usar um cinto de forma indevida e negou o sucedido.
Assim, a intervenção do Instrutor Marques voltou a evidenciar a exigência do formato e a importância da disciplina como eixo central da ‘1.ª Companhia’.
