1ª Companhia: Familiar de Rui revela “estamos a trabalhar para que ele fique bem posicionado”, assinalou hoje.
A poucas horas da grande final da 1.ª Companhia, o ambiente fez-se sentir fora da caserna. Esta manhã, o “Dois às 10” recebeu familiares e amigos dos seis finalistas para um balanço emocional da experiência militar que marcou os últimos meses.
No estúdio, falou-se de orgulho, dúvidas e expectativas. Falou-se, sobretudo, de futuro.
Joana D’Arc: “Vai crescer artisticamente”
Primeiramente, o marido de Joana D’Arc foi chamado a comentar as incertezas que a cantora tem manifestado sobre o seu percurso profissional após o programa.
Com serenidade, garantiu que a realidade cá fora é positiva:
“Portanto, é de facto que cá fora tem havido grande procura. Portanto, a Joana é uma artista, é uma cantora”.
Além disso, reconheceu que o isolamento pode alimentar dúvidas.
“Eu acho que todos eles estão com dúvidas, não sabem o que se passa cá fora, mas de facto espera-lhe uma grande surpresa a esse nível. Ela vai crescer artisticamente”.
No plano pessoal, admitiu que a ausência tem sido sentida em casa, sobretudo pela filha do casal. Ainda assim, reforçou: “não está a ser fácil, mas amanhã já acabam”.
Rui Freitas: do medo das câmaras à confiança
Entretanto, a atenção virou-se para Rui Freitas. Ricardo, amigo próximo do finalista, explicou a postura reservada das primeiras semanas.
Segundo revelou, a exposição pública foi um fator determinante:
“Sim, ele entrou com muito medo das câmaras e da exposição que ia ter, e então entrou com muita calma para, acima de tudo, não estragar o bem que ele construiu cá fora”.
Ainda assim, garantiu que a entrada foi estratégica.
“ele entrou para dar um boom, claro, como todos, mas ele também, acima de tudo, não quis estragar o que já construíram”.
Com o passar do tempo, Rui foi ganhando espaço. E, perante os primeiros conflitos na caserna, manteve a compostura.
Ricardo recordou:
“Sim, eu acho que ele esteve muito bem em relação, se formos falar da primeira situação com o Pedro Barroso, acho que ele esteve muito bem, esteve sempre imparcial, muito calmo e acho que foi isso que o fez ir crescendo aos pouquinhos ao longo do programa”.
Contudo, quando o tema são hierarquias, o amigo não escondeu o lado mais desafiante do concorrente: “Não, para os instrutores não. Ele para receber ordens já não gosta muito”.
Mobilização total para a vitória
Além da análise do percurso, ficou evidente que a disputa está acesa fora do quartel. A mobilização para a final é intensa.
O representante de Rui Freitas deixou um aviso claro:
“Ele tem um grupo fantástico cá fora… Estou-te a dizer que o Grupo é fantástico, pode ser pequenino e fantástico… Mas estamos a trabalhar para que ele fique bem posicionado”.
Assim, a batalha pelos votos decorre agora nas redes sociais e entre comunidades de apoio.
A vitória que vai além do troféu
Por fim, Cláudio Ramos recuperou as palavras de Manuel Melo para relativizar o peso do primeiro lugar.
O apresentador recordou:
“Mas mesmo que ele não vença, ele já tem uma vitória que é a Boina. O Manuel Melo dizia ontem que a maior vitória deles é a Boina”.
Deste modo, a final da 1.ª Companhia aproxima-se com emoções ao rubro. Entre estratégias, apoio familiar e orgulho coletivo, a decisão está agora nas mãos do público.
