Luísa Sobra viu a sua mão ser lida: “Vai morrer cedo”

Luísa Sobra viu a sua mão ser lida: “Vai morrer cedo”, disse-lhe um homem na Índia.

Luísa Sobra viu a sua mão ser lida: "Vai morrer cedo"

Com 19 anos, fui um mês para a Índia. Num dos meus passeios, fui abordada por um senhor que me pegou na mão, olhou-a com calma e antes que me apercebesse do que ele me estava a fazer, disse-me com assertividade: vai morrer cedo“, contou.

Não julgo quem deseja saber o futuro, mas sempre achei que ele tinha sido feito para descobrir só mesmo quando vira presente, e por isso o gesto deste senhor pareceu-me uma enorme invasão da minha privacidade e do direito à ignorância daquilo que está para vir“, lamentou.

Mesmo assim, não conseguia parar de pensar: cedo, quão cedo? Amanhã? Tenho 35 anos e angustia-me saber que, se morresse hoje, aquele senhor continuaria a ter razão“, referiu.

A única coisa que vos tenho a dizer é: se forem à Índia, levem luvas“, rematou.

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