NOS Alive cria Palco Literário e leva Valter Hugo Mãe, Luísa Sobral e Afonso Cruz a Algés, anunciou em comunicado.
O NOS Alive vai ter um novo espaço dedicado aos livros, à escrita e às histórias. A organização anunciou o oitavo palco da 18.ª edição do festival: o Palco Literário.
A novidade chega ao Passeio Marítimo de Algés nos dias 9, 10 e 11 de julho. Em comunicado, o festival explica que este novo palco nasce para reforçar “𝗮 𝘀𝘂𝗮 𝗮𝗽𝗼𝘀𝘁𝗮 𝗻𝗮 𝗰𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗲 𝗻𝗮 𝗰𝗲𝗹𝗲𝗯𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗱𝗶𝗳𝗲𝗿𝗲𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗲𝘅𝗽𝗿𝗲𝘀𝘀𝗮̃𝗼 𝗮𝗿𝘁í𝘀𝘁𝗶𝗰𝗮”.
Livros entram na programação do NOS Alive
Segundo o comunicado, o NOS Alive apresenta o Palco Literário como “𝘂𝗺 𝗲𝘀𝗽𝗮𝗰̧𝗼 𝗱𝗲𝗱𝗶𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗮𝗼𝘀 𝗹𝗶𝘃𝗿𝗼𝘀, 𝗮̀ 𝗲𝘀𝗰𝗿𝗶𝘁𝗮 𝗲 𝗮𝗼 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗿 𝗱𝗮𝘀 𝗵𝗶𝘀𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮𝘀”.
A ideia passa por aproximar música e literatura, colocando autores portugueses em diálogo com temas como criatividade, pensamento e composição.
Além disso, a organização sublinha no comunicado que “𝗮 𝗺𝘂́𝘀𝗶𝗰𝗮 𝘁𝗮𝗺𝗯𝗲́𝗺 𝗻𝗮𝘀𝗰𝗲 𝗱𝗮𝘀 𝗽𝗮𝗹𝗮𝘃𝗿𝗮𝘀, 𝗱𝗮𝘀 𝗻𝗮𝗿𝗿𝗮𝘁𝗶𝘃𝗮𝘀 𝗲 𝗱𝗮 𝗶𝗺𝗮𝗴𝗶𝗻𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼”.
Valter Hugo Mãe e Pedro Chagas Freitas abrem o palco
No dia 9 de julho, o Palco Literário recebe Valter Hugo Mãe e Pedro Chagas Freitas.
Valter Hugo Mãe participa numa sessão dedicada ao tema “𝗔 𝗾𝘂𝗲 𝘀𝗼𝗮𝗺 𝗼𝘀 𝗹𝗶𝘃𝗿𝗼𝘀?”. Já Pedro Chagas Freitas estará em conversa a partir da temática “𝗚𝗿𝗲𝗮𝘁𝗲𝘀𝘁 𝗛𝗶𝘁𝘀”.
Ambas as sessões serão conduzidas por Ana Markl, radialista e escritora.
Luísa Sobral e Afonso Cruz cruzam escrita e música
No segundo dia, 10 de julho, o palco junta Luísa Sobral e Afonso Cruz. A conversa terá como ponto de partida a ligação entre escrita e criação musical.
Segundo o comunicado, os dois artistas vão “𝗱𝗲𝘀𝘃𝗲𝗻𝗱𝗮𝗿 𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼 𝗰𝗿𝗶𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗹𝗶𝗴𝗮 𝗮 𝗲𝘀𝗰𝗿𝗶𝘁𝗮 𝗮̀ 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗼𝘀𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗺𝘂𝘀𝗶𝗰𝗮𝗹”.
A sessão chama-se “𝗗𝗮𝘀 𝗹𝗲𝘁𝗿𝗮𝘀 𝗮̀ 𝗺𝘂́𝘀𝗶𝗰𝗮” e será moderada por Pedro Boucherie.
Ana Bárbara Pedrosa, Francisco Guimarães e Hugo Van Der Ding fecham programação
No último dia do NOS Alive, 11 de julho, o Palco Literário acolhe mais duas sessões.
A primeira será “𝗘𝗻𝘀𝗮𝗶𝗮𝗿 𝗮 𝗲𝘀𝗰𝗿𝗶𝘁𝗮”, com Ana Bárbara Pedrosa e Francisco Guimarães. A conversa será dirigida por David Azevedo Lopes.
Depois, Hugo Van Der Ding sobe ao palco com “𝗜𝘀𝘁𝗼 𝗻𝗮̃𝗼 𝘁𝗲𝗺 𝗻𝗮𝗱𝗮 𝗮 𝗹𝗲𝗿”.
Festival quer aproximar autores e leitores
Com esta aposta, o NOS Alive procura alargar a experiência do festival para além dos concertos. O comunicado refere que o novo palco reforça a convicção de que os livros continuam a ter “𝘂𝗺 𝗽𝗮𝗽𝗲𝗹 𝗲𝘀𝘀𝗲𝗻𝗰𝗶𝗮𝗹 𝗻𝗮 𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗽𝗲𝗻𝘀𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼, 𝗻𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝘂𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗶𝗺𝗮𝗴𝗶𝗻𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝗻𝗮 𝗰𝗿𝗶𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗻𝗼𝘃𝗮𝘀 𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗲𝘅𝗽𝗿𝗲𝘀𝘀𝗮̃𝗼 𝗮𝗿𝘁í𝘀𝘁𝗶𝗰𝗮”.
Além disso, o Palco Literário pretende “𝗮𝗽𝗿𝗼𝘅𝗶𝗺𝗮𝗿 𝗮𝘂𝘁𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗲 𝗹𝗲𝗶𝘁𝗼𝗿𝗲𝘀”, promovendo encontros entre quem escreve e quem encontra nos livros novas formas de olhar para o mundo.
A organização adianta ainda que a chegada a casa das compras feitas no festival resulta de uma parceria com os CTT. O objetivo é criar “𝘂𝗺 𝗶𝗻𝗰𝗲𝗻𝘁𝗶𝘃𝗼 𝗮̀ 𝗰𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗲 𝗮̀ 𝘃𝗼𝗻𝘁𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗹𝗲𝘃𝗮𝗿 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗹𝗼𝗻𝗴𝗲 𝗼𝘀 𝗵𝗮́𝗯𝗶𝘁𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗹𝗲𝗶𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗱𝗼𝘀 𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲𝘀𝗲𝘀”.
