Morad provocou histerismo colectivo no Coliseu dos Recreios, na noite de ontem.

Fotografias: João de Sousa
O Coliseu dos Recreios recebeu, ontem, Morad.
O rapper natural de L’Hospitalet de Llobregat veio a a Lisboa pela segunda vez este ano, depois de já ter actuado no NOS Alive, em Julho.
O truque para fluidez com o qual ele pula entre o drill e trap e do rap clássico para o UK garage é o de não haver truque. Sem uma editora a apoiar, sem airplay na rádio, de forma autogerida e orgânica, Morad foi capaz de se infiltrar nas tabelas e playlists como um dos artistas mais ouvidos de Espanha.
[Best_Wordpress_Gallery id=”6527″ gal_title=”Morad-ColiseudosRecreios-2023″]Acabou por ‘alargar’ a sua legião de fãs a outras geografias como por exemplo Portugal, visto que o Coliseu lisboeta esteve à pinha, no que ao público concerne. Maioritariamente muitos adolescentes e miúdas loucas pelo espanhol.
Ao coliseu trouxe um espectáculo rudimentar, mas repleto dos seus maiores êxitos. A verdade é que conquistou todo o público.
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