“Foi um dia violento”: Tânia Laranjo relata dor e intensidade nas cerimónias fúnebres de Diogo Jota e André Silva, referiu.
Jornalista da CMTV descreve ambiente vivido em Gondomar
No passado sábado, 5 de julho, Gondomar foi palco de uma das despedidas mais marcantes do ano. As cerimónias fúnebres de Diogo Jota e do irmão, André Silva, reuniram familiares, amigos, fãs e imprensa, num ambiente de forte comoção. A jornalista Tânia Laranjo, da CMTV, acompanhou de perto todo o processo e partilhou o impacto vivido no terreno.
Tânia Laranjo relata intensidade emocional
Através da rede social Threads, a repórter revelou o peso do dia vivido:
“Foi um dia grande. Intenso. Cheio de lágrimas, marcado pela dor. Foi um dia longo para todos nós, jornalistas. Foi um dia longo para mim e para todos os que estavam comigo.”
Tânia não escondeu o desgaste físico e emocional da cobertura jornalística.
“Foi uma jornada de trabalho violenta, debaixo de um calor tórrido, mas foi, acima de tudo, a perceção da finitude.”
Um apelo à vida e aos afetos
Além da descrição do momento, a jornalista deixou uma reflexão sobre a fragilidade da existência.
“Digam amo-te, abracem-se, não esperem pelo amanhã. Porque as luzes do palco podem apagar-se antes de acabar o ato. Antes mesmo de terminar a peça. Sejam felizes.”
Uma tragédia que marcou o país
Diogo Jota e André Silva perderam a vida na madrugada de quinta-feira, 3 de julho, após um acidente de viação em Espanha. A morte dos dois irmãos gerou uma onda de comoção nacional, levando milhares de pessoas a prestar a última homenagem em São Cosme.
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