Diana Chaves: “Mesmo cansada, o cansaço dissipa-se quando nos divertimos”, assinalou a apresentadora da SIC.
A apresentadora da SIC, Diana Chaves, continua a abraçar com firmeza os dois grandes projetos que tem em mãos: Casa Feliz e Casados à Primeira Vista. Aos 44 anos, e com cerca de meio ano dedicado em simultâneo a estes formatos, garante estar satisfeita com o rumo da sua carreira.
“Se nos sentimos bem, o cansaço dissipa-se”
Durante uma entrevista à revista TV Guia, Diana Chaves abordou a intensidade da agenda profissional. Ainda assim, não demonstra qualquer arrependimento.
“Mesmo às vezes quando a pessoa se sente um bocadinho mais cansada, se nos sentimos bem, quando são projetos desafiantes, em que nos divertimos, o cansaço acaba por se dissipar um bocadinho”, explicou.
A apresentadora destaca o gosto pelos desafios e a importância de se sentir realizada no trabalho, mesmo perante a exigência diária.
Disciplina vem do desporto
Com um passado ligado ao desporto, Diana admite que os tempos de atleta continuam a influenciar a sua forma de estar. Sobre a forma como gere o cansaço e o equilíbrio diário, refere:
“Nestas fases de maior trabalho tenho que ter mais cuidado, mas sou muito regrada nisso. Fui atleta e sei que tenho que descansar. Portanto, faço a melhor gestão do meu tempo nestas fases de mais trabalho”, revelou.
A disciplina, afirma, é essencial para manter a estabilidade profissional e pessoal.
Tempo para a família é prioridade
Apesar da agenda preenchida, Diana Chaves garante que o tempo dedicado à família está assegurado. “Tenho sempre o tempo para a família, porque faço a gestão de tudo de forma a tirar partido do que é melhor para mim e para a minha família”, assegura.
A distância de César Peixoto
A entrevista abordou ainda a relação com César Peixoto, atual treinador de futebol, e a sua ausência pontual devido às exigências da profissão.
Diana desvaloriza a questão e encara a realidade com naturalidade. “É a vida. Cada família tem o seu funcionamento, não é? Há uns que trabalham em dois empregos, outros que também vivem longe… Já é o nosso dia-a-dia”, concluiu.
