José Castelo Branco reage à decisão do tribunal: “Quem não deve, não teme”, disse o socialite à TVI.
Tribunal confirma acusação de violência doméstica agravada
O Tribunal Judicial de Sintra confirmou esta segunda-feira, 15 de setembro, a acusação do Ministério Público no processo que envolve José Castelo Branco e Betty Grafstein. O marchand d’art vai, assim, a julgamento, acusado do crime de violência doméstica agravada.
“Nunca escondi nada”
Em declarações à TVI, no Jornal Nacional, José Castelo Branco quebrou o silêncio sobre a decisão instrutória. “Nunca escondi nada. Nunca escondi rigorosamente nada! Claro que sou uma vítima de uma coisa tão mediática. Por amor de Deus! Tem dúvidas? Ninguém pode ter dúvidas disso”, afirmou.
Quer julgamento para provar inocência
O socialite garantiu que sempre pediu para enfrentar a justiça. “Pedi sempre aos meus advogados que eu queria ir e que fazia questão de ir a julgamento. Se o caso fosse arquivado, não teria o mesmo sabor de vitória”, declarou.
Ainda assim, recusou comentar a acusação do Ministério Público. “Não quero saber do Ministério Público, porque o Ministério Público não pagou as minhas contas. O Ministério Público pôs-me numa situação que era absolutamente desnecessária. (…) Quem não deve, não teme. Sempre estive de consciência tranquila. Tudo o que fiz durante 30 anos foi por amor à minha Betty. Roubaram-me a pessoa que eu mais amava”, acrescentou.
“Se me apetecer, vou a Portugal”
O advogado de Betty Grafstein insiste que José Castelo Branco fugiu para os Estados Unidos. Contudo, o marchand nega. “Neste momento, se me apetecer, meto-me num avião e vou tranquilamente a Portugal ou a qualquer outro ponto da Europa, sem temer ficar com uma ordem de restrição. De não poder sair do país, de não poder ausentar-me… Para já, sou americano. Em segundo lugar, vivo nos Estados Unidos há dez anos seguidos”, garantiu.
Possível pena até cinco anos
José Castelo Branco arrisca uma pena de prisão que pode chegar aos cinco anos. Porém, não acredita nesse desfecho. “Estou aqui, como um guerreiro, a lutar até ao fim. Porque as árvores, essas, morrem de pé”, concluiu.
