Tânia Laranjo quebra o silêncio após dias nas cheias: “Estou exatamente onde quero estar”

Tânia Laranjo quebra o silêncio após dias nas cheias: “Estou exatamente onde quero estar”, assinalou.

Nos últimos dias, o país habituou-se a ver Tânia Laranjo no terreno, em cenários marcados pela destruição, pelo frio e pela incerteza. A jornalista tornou-se um dos rostos mais presentes na cobertura das tempestades e cheias que afetaram várias regiões.

Agora, após quase duas semanas longe de casa, decidiu partilhar o lado menos visível desse trabalho intenso.

Do “só ali” a quase duas semanas no terreno

Numa reflexão publicada nas redes sociais, Tânia Laranjo começou por revelar como tudo se prolongou muito além do previsto. A jornalista explicou: “Faz hoje 12 dias que o temporal começou. Há 13 dias saí de casa ‘só ali’ para fazer um serviço e voltar à noite. Spoiler: ainda não voltei”.

Desde então, os dias foram vividos em condições extremas, longe do conforto e da rotina habitual.

Frio, medo e histórias que ficam

Ao longo do desabafo, a jornalista não escondeu a dureza emocional da missão. Entre relatos de perda total e situações-limite, as emoções foram constantes.

Nesse sentido, confessou: “Já me emocionei a ouvir histórias de quem perdeu tudo”. Ainda assim, o stress do direto também deixou marcas: “Já entrei em modo pânico porque a Francisca não atendia. Já gritei com colegas (desculpem)”.

Assim, o trabalho de campo revelou-se tão exigente física quanto emocionalmente.

Quando o jornalista também vira meme

Por outro lado, Tânia Laranjo abordou com humor um detalhe que rapidamente se tornou viral. A sua imagem em direto, fustigada pelo mau tempo, gerou comentários nas redes sociais.

Sobre isso, escreveu: “Já apareci na televisão com um cabelo que claramente perdeu a batalha contra a água… Também me tornei meme. Sobrevivi. Ri-me dos erros”.

Desta forma, mostrou leveza num contexto onde nem sempre é fácil sorrir.

“No país real, com as pessoas reais”

Apesar do cansaço acumulado e das condições adversas — incluindo a condução do programa Doa a Quem Doer —, a jornalista deixou claro que não trocaria este lugar por outro.

A mensagem final resume a sua motivação: “Estou exatamente onde quero estar. No país real. Com as pessoas reais. As mesmas que, todos os dias, continuam a confiar na CMTV”.

Assim, Tânia Laranjo reforça a imagem de um jornalismo feito no terreno, próximo das pessoas e disposto a enfrentar o desconforto para dar voz a quem vive o lado mais duro da realidade.

Veja a publicação AQUI.

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