Noélia Pereira em foco no Diário da 1.ª Companhia após novas críticas e revelações em estúdio, na tarde de hoje.
O Diário da 1.ª Companhia desta tarde centrou atenções nas dificuldades persistentes de Noélia Pereira. Em análise estiveram o desempenho físico e a adaptação à coordenação militar.
Comentadores analisam desgaste da hierarquia
Desde logo, o painel debateu a perceção de cansaço por parte da hierarquia militar. Marta Gil destacou a repetição de erros e a paciência cada vez menor.
“Mesmo o próprio comandante, como eu acho que já lhe disse tantas vezes a mesma coisa, começa a ficar um bocadinho saturado de ver os mesmos erros a serem repetidos (…) A Noélia não acompanha tão rápido como os outros”, observou.
Leitura mais leve divide opiniões no painel
Por outro lado, António Leal e Silva preferiu valorizar o impacto televisivo da situação. Para o comentador, a chamada “trapalhice” acaba por beneficiar o formato.
“Se eles estivessem todos certos, não tínhamos nada para comentar”, afirmou.
Andrea Soares responde a críticas feitas no quartel
Entretanto, a presença em estúdio da recém-expulsa Andrea Soares trouxe novos detalhes da convivência no quartel. A artista reagiu às críticas de Noélia sobre os seus piercings atrasarem o grupo.
Sentindo-se injustiçada, Andrea recordou um episódio em que a situação se inverteu.
“No dia a seguir, efetivamente ela esqueceu-se de guardar a fita da tenda, e nós tivemos que fazer (…) 80 flexões para devolverem a fita”, contou.
Reação irónica não passou despercebida
Ainda sobre esse momento, Andrea admitiu ter reagido com ironia. A ex-concorrente não escondeu o sentimento de satisfação.
“Eu só dei aquele sorriso maléfico, não é? De cobra. E pensei assim: pois bem, lá está. Calha a todos e toca a todos”, confessou.
Romana identifica-se com dificuldades da recruta
Convidada especial do programa, Romana saiu em defesa de Noélia Pereira. A artista revelou que também enfrentou dificuldades semelhantes em reality shows militares.
“Eu era trapalhona à minha maneira (…) Tive alguma dificuldade também às vezes”, começou por dizer.
De seguida, sublinhou o esforço da recruta algarvia.
“Eu acho que a Noélia também se esforça e tenta, nota-se que ela quer aprender, nota-se que há vontade. Só que ela fica muito nervosa e atrapalha-se”, explicou.
Dotes vocais encerram debate com tom mais leve
Por fim, o painel abordou os momentos em que Noélia é chamada a cantar o hino sob pressão. Marta Cardoso mostrou-se surpreendida pelo timbre da recruta.
A comentadora descreveu-o como um “agudo incrível, mas um bocado descontrolado”.
Andrea Soares concordou que os nervos são determinantes. A cantora garantiu que, fora da pressão, o desempenho é diferente.
“Atenção, que ela a cantar num tom mais baixo, ela canta bem (…) Ela é afinadinha. Agora, obviamente, principalmente quando está em nervos, a ter que cantar o hino… Eu até deixei-lhe o hino escrito antes de me vir embora”, concluiu.

