Tânia Laranjo sobre polémica na PSP do Rato: “Usar uma farda não dá licença para agir como criminoso”

Tânia Laranjo sobre polémica na PSP do Rato: “Usar uma farda não dá licença para agir como criminoso”, disse.

O caso que envolve a esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, vai estar em destaque no programa Doa a Quem Doer desta segunda-feira.

Antes da emissão, Tânia Laranjo recorreu às redes sociais para deixar uma posição dura sobre a polémica. A jornalista da CMTV condenou os comportamentos denunciados e defendeu que a gravidade do caso não pode ser desvalorizada.

Tânia Laranjo aponta o dedo aos agentes envolvidos

Na mensagem que publicou, Tânia Laranjo começou por enquadrar o tema que será abordado no programa. Depois, deixou uma crítica direta aos agentes envolvidos na polémica.

“No Doa a Quem Doer de hoje fala-se da esquadra do Rato. E convém dizer o óbvio, já que alguns decidiram esquecer: usar uma farda não dá licença para agir como criminoso. O que aconteceu é grave, revoltante e impossível de desculpar.”

A jornalista foi clara na forma como classificou o caso. Para Tânia Laranjo, a farda não pode servir de proteção quando estão em causa comportamentos considerados inadmissíveis.

Jornalista critica generalizações contra a PSP

Ainda assim, Tânia Laranjo fez também uma distinção entre os agentes envolvidos e a instituição. No mesmo texto, lamentou que casos isolados possam alimentar ataques contra toda a Polícia de Segurança Pública.

“Quem ali falhou não honrou a Polícia de Segurança Pública – e ainda ofereceu munição perfeita para as generalizações fáceis do costume”

Além disso, a jornalista criticou quem aproveita a polémica para colocar todos os profissionais no mesmo plano.

“Porque claro, basta meia dúzia destruir a confiança para aparecer logo quem trata todos por igual. Conveniente. Preguiçoso também.”

“Os que mancham a farda devem ser denunciados e afastados”

Na parte final da publicação, Tânia Laranjo deixou uma defesa dos polícias que, segundo a própria, cumprem diariamente a sua missão com dignidade.

Ao mesmo tempo, exigiu consequências para quem prejudica a imagem da instituição.

“Mas não, isto não é «a PSP». Felizmente, a maioria dos polícias cumpre, arrisca-se e trabalha com dignidade. Precisamente por isso, os que mancham a farda devem ser os primeiros a ser denunciados e afastados.”

A mensagem coloca, assim, dois pontos em cima da mesa: a condenação firme dos comportamentos denunciados e a recusa de transformar o caso numa acusação generalizada contra todos os agentes da PSP.

Veja a publicação AQUI.

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