Tânia Laranjo recorda passado na patinagem artística durante visita ao Estoril Open, nas redes sociais.
Tânia Laranjo marcou presença no Estoril Open este sábado, 25 de julho, e aproveitou a ocasião para revelar um episódio pouco conhecido do seu passado.
Nas redes sociais, a jornalista contou que praticou patinagem artística em rodas durante a juventude. A modalidade era treinada no antigo campo do Beira-Mar.
Jornalista nunca jogou uma partida de ténis
A publicação foi acompanhada por uma fotografia captada no recinto do torneio. Tânia Laranjo começou por admitir que a ligação ao evento não nasceu da prática da modalidade.
“Vim ver o ténis. Eu e o Estoril Open damos-nos bem, apesar de nunca ter jogado uma partida na vida.”
Contudo, o desporto fez parte da sua vida através de uma modalidade bastante diferente.
“O meu desporto era outro. Patinagem artística. Em rodas. No antigo campo do Beira-Mar. Sempre que conto isto, há um silêncio. As pessoas olham para mim como se estivessem à espera da parte em que eu digo ‘estou a brincar’. Mas não estou.”
Tânia Laranjo brinca com ausência de fotografias
Tânia Laranjo explicou que não conhece registos fotográficos desse período. Ainda assim, deixou preparada uma justificação para o caso de alguma imagem surgir.
“É verdade que também ajuda o facto de não existirem fotografias. Ou pelo menos foi isso que os meus pais me garantiram. Se aparecer uma, vou dizer que era Carnaval.”
A jornalista recordou ainda as horas dedicadas aos treinos e as quedas que acompanhavam as tentativas de executar as piruetas.
“Lembro-me de passar horas a treinar piruetas e a cair logo de seguida. Hoje fico tonta só de me levantar depressa do sofá. A idade faz destas coisas: tira-nos a elasticidade e oferece-nos opiniões sobre colchões.”
“Tinha vindo para o desporto errado outra vez”
Por fim, Tânia Laranjo imaginou como seria a sua chegada ao Estoril Open caso nunca tivesse abandonado a patinagem artística.
“Às vezes imagino como seria se nunca tivesse deixado a patinagem. Provavelmente chegava hoje ao Estoril Open de collants com brilhantes e perguntava muito seriamente onde era o aquecimento. E só quando alguém me dissesse que aquilo era terra batida é que percebia que, afinal, tinha vindo para o desporto errado outra vez.”
A partilha revelou, assim, uma faceta menos conhecida da jornalista, através de uma recordação recuperada durante a passagem pelo torneio de ténis.
Veja a publicação AQUI.
