Rebeca Caldeira criticada por filmar discussão na praia: “A reação dela também é pouco cívica”, foi referido.
Rebeca Caldeira tinha razão ao contestar a ocupação antecipada de lugares numa praia em Tróia, mas errou na forma como expôs o conflito. Esta foi a leitura de Carolina Ortigão e David Motta no Passadeira Vermelha, da SIC Caras.
A influenciadora filmou uma discussão com banhistas que, segundo relatou, deixavam chapéus de sol no areal para guardar espaço de um dia para o outro. As imagens e os comentários publicados nas redes sociais acabaram por ser analisados no programa apresentado por Liliana Campos.
Carolina Ortigão critica falta de conteúdo
Carolina Ortigão começou por associar a publicação à procura de interação nas redes sociais.
“Eu adoro esta palavra: engagement. Isto é engagement, é não ter nada para publicar”, afirmou.
A comentadora considerou que o episódio não justificava a exposição que recebeu.
“Quer dizer, eu acho que isto é de muito pobre, muito pouco conteúdo, é um conteúdo muito pouco interessante”, declarou.
Carolina Ortigão recordou que preferia os vídeos humorísticos anteriormente partilhados por Rebeca Caldeira.
“Eu gostava da Rebeca quando ia para os pós-casamentos e dizia que o marido estava a comer os rabos dos camarões (…). Agora, ela está nervosa com a história dos chapéus de sol”, afirmou.
Queixa sobre chapéus de sol foi considerada legítima
Apesar das críticas ao conteúdo, Carolina Ortigão concordou com Rebeca Caldeira quanto à impossibilidade de reservar lugares numa praia pública através da colocação antecipada de objetos.
“Isto de chapéus de sol é assim: primeiro, quem chegar primeiro põe o chapéu de sol onde quiser. E depois, de facto, ninguém marca chapéus de sol”, defendeu.
A comentadora também contestou a alegação de um dos banhistas, que terá invocado os anos de frequência daquela praia para reivindicar o espaço.
“O outro senhor, eu gostei, foi ele dizer assim: ‘eu venho para cá há 20 anos, portanto este lugar é meu’. É lata das pessoas”, comentou.
Carolina Ortigão concluiu que Rebeca Caldeira estava certa na questão de fundo, mas não criou um conteúdo particularmente relevante.
“Ela tem toda a razão, temos que lhe dar razão (…). Agora, isto são tipos de conteúdos que não são muito interessantes”, afirmou.
David Motta reprova gravação dos banhistas
David Motta também não contestou a queixa apresentada pela influenciadora, mas criticou a decisão de filmar e expor as pessoas envolvidas.
“É a maneira como se diz. E depois estar a filmar as pessoas, e as pessoas estão a discutir com o marido e claramente que veem que ela está à frente a filmá-los e a apontar, a usar os emojis de palhaços para descrever ou ilustrar esta discussão”, afirmou.
O comentador considerou que Rebeca Caldeira poderia ter procurado a ajuda dos nadadores-salvadores em vez de assumir uma postura de confronto nas redes sociais.
“Acho tudo assim, mais uma vez, um tom de dedo no ar. Não é assim que se resolvem as coisas. A reação dela também é pouco cívica”, declarou.
Depois de Filipa Torrinha sugerir que a situação poderia ter sido resolvida “com alguma educação”, David Motta lançou uma crítica direta à influenciadora.
“Talvez alguma educação não seja uma coisa que lhe assista”, afirmou.
Retirada dos objetos aumentou conflito
David Motta recordou ainda que Rebeca Caldeira fechou o chapéu de sol dos outros banhistas e afastou os respetivos pertences para instalar as suas coisas.
“Fechou o chapéu de sol dos outros senhores, juntou as coisas e deixou-as ali para poder ter espaço para pôr os dela”, contou.
Quando o homem regressou, voltou a abrir o chapéu e colocou os objetos muito perto do espaço ocupado pela influenciadora.
“O senhor voltou e o que fez foi: onde o chapéu estava fechado, parece que abriu o chapéu e pôs as suas coisas e ficou muito em cima dela (…). E, portanto, o que é que ela esperava que o senhor fizesse?”, questionou.
