Big Brother All Stars: Catarina acusa Joana de ser “interesseira” e Helena rejeita papel de “bruxa má”

Big Brother All Stars: Catarina acusa Joana de ser “interesseira” e Helena rejeita papel de “bruxa má” no programa.

As relações dentro do “Big Brother All Stars” voltaram a estar em discussão no “Especial”, com Catarina Miranda a acusar Joana Albuquerque de se aproximar dos colegas por conveniência e Helena Isabel a defender a decisão que esteve na origem do conflito com Sónia Jesus.

Maria Botelho Moniz confrontou as concorrentes com os respetivos desentendimentos. No cubo, Catarina e Joana apresentaram versões diferentes sobre a ligação que tinham construído; Helena, por sua vez, explicou por que razão recusou usufruir de um espaço exclusivo quando não se sentia confortável com todas as companhias.

Catarina Miranda sobre Joana: “Ela não é amiga”

Para Catarina Miranda, o afastamento de Joana Albuquerque alterou a forma como passou a olhar para a relação entre ambas. Questionada pela apresentadora sobre essa amizade, a concorrente de Almeirim afirmou ter percebido que a proximidade não significava o mesmo para as duas.

“Éramos só conhecidas, só que só descobri isso ontem à noite (…) a Joana não é ninguém aqui dentro para estar a avaliar comportamentos dos outros para depois decidir se dá-se ou não com a pessoa”, declarou no “Especial” da TVI.

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A crítica não ficou pela diferença de expectativas. Catarina atribuiu à colega uma aproximação motivada pelo contexto competitivo do programa.

“Ela não é amiga, ela é uma pessoa interesseira que finge dar-se com os outros, neste caso por conveniência, porque estamos num jogo.”

Joana explica afastamento: “Fui descobrindo coisas com que eu não me identifico”

Joana Albuquerque apresentou outra explicação para o distanciamento. Segundo a concorrente de Cascais, a decisão resultou de uma observação prolongada das atitudes de Catarina, tanto na relação consigo como nas interações com os restantes participantes.

“Eu vim-me a afastar durante as últimas três semanas (…) fui observando o comportamento da Catarina tanto comigo como com outras pessoas e fui descobrindo coisas com que eu não me identifico”, afirmou.

A concorrente defendeu ainda que procura dar tempo às relações antes de tirar conclusões sobre quem tem à sua frente, descrevendo uma postura mais ponderada na tomada de decisões.

“Demoro mais tempo a tomar as minhas decisões e eu acredito que as pessoas são muito mais do que aquilo que nos transmitem à primeira vista.”

As explicações deixaram evidente a divergência: Catarina interpretou a proximidade como uma amizade que a colega não correspondeu, enquanto Joana descreveu um afastamento gradual, motivado por comportamentos com os quais deixou de se identificar.

Helena Isabel recusa meio-termo: “Tenho que usufruir integralmente, a 100%”

Na mesma emissão, Maria Botelho Moniz retomou o desentendimento entre Helena Isabel e Sónia Jesus, questionando a jurista sobre a possibilidade de ter aceitado a pulseira que lhe permitiria aceder ao espaço exclusivo sem ter de dormir junto de Ana Sousa.

Helena explicou que essa solução também não correspondia ao que pretendia. Assumindo-se como “oito ou oitenta”, recusou separar o acesso aos benefícios da permanência naquele espaço.

“Nem quis, nem quis. Maria, se eu não sou para uma coisa, também não sou para outra. Se é para usufruir, eu tenho que usufruir integralmente, a 100%. Não quero, género, olha, não durmo aí convosco, mas quero ter acesso”, justificou.

Para a concorrente, aceitar apenas uma parte da experiência não faria sentido quando a situação, no seu conjunto, a deixava desconfortável.

“Como se eu tivesse cometido um pecado”

Helena Isabel contestou também a dimensão que o assunto ganhou e a imagem que sentiu estar a ser construída a seu respeito. Na sua perspetiva, uma escolha pessoal acabou por colocá-la no papel de responsável pelo conflito.

“Eu acho é que se falou tanto no assunto e deu-se tanta ênfase a um assunto, e eu senti que o papel que me estavam a atribuir aqui era um papel de bruxa má, como se eu tivesse cometido um pecado onde eu só utilizei o meu livre-arbítrio para decidir aquilo que eu queria ou não fazer”, afirmou.

Ao explicar a firmeza da sua posição, a jurista relacionou-a com experiências anteriores da sua vida e com a prioridade que passou a dar ao próprio bem-estar.

“Eu já expliquei, devido a várias circunstâncias na minha vida, eu não faço nada que me deixe desconfortável. Eu sou dona de mim, senhora do meu nariz. Se eu erro nas minhas decisões, às vezes, mas se eu passei a valorizar-me e a priorizar-me, sempre.”

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