Rebeca Caldeira juntou-se às manifestações pelo direito à habitação e explicou nas redes sociais o que a levou a participar. A influenciadora criticou a dificuldade de conseguir uma casa mesmo tendo emprego e salário, deixando também uma preocupação com o futuro dos três filhos.
Na publicação, Rebeca Caldeira colocou o trabalho e a falta de condições para construir uma vida independente no centro do seu protesto.
“Uma geração inteira a trabalhar para não conseguir ter onde viver. Hoje saí à rua porque não podemos continuar a normalizar que ter um emprego, receber um salário e trabalhar todos os dias já não seja suficiente para conseguir pagar uma casa”, escreveu.
“Não é pedir muito, é pedir o mínimo”
A criadora de conteúdos defendeu que o acesso à habitação deve estar ao alcance de quem trabalha e não ser encarado como um privilégio.
“Uma casa não devia ser um luxo e poder ser capaz de construir uma vida não devia ser um privilégio. Reparem que não é pedir muito, é pedir o mínimo”, afirmou.
A intervenção juntou-se ao debate público sobre as dificuldades de acesso à habitação, tema que tem motivado protestos em Lisboa e no Porto. No seu caso, a participação teve também uma dimensão familiar: a preocupação com o país em que os filhos vão crescer.
Rebeca Caldeira deixa apelo a quem não enfrenta estas dificuldades
Na parte final da mensagem, a influenciadora agradeceu a quem continua a mobilizar-se e pediu atenção também a quem, neste momento, não se sente afetado pelo problema.
“Obrigada a todos os que continuam a lutar. E a quem não se sente afetado por esta realidade, não se esqueçam de que o dia de amanhã pode ser diferente. Quero acreditar que os meus filhos vão crescer num país onde ter uma casa não seja um sonho cada vez mais distante. Hoje estive aqui pelos meus três babies 🌸✨.”
Pode ver a publicação AQUI.
