Agir criticou a atuação das autoridades nas manifestações pelo direito à habitação e respondeu com ironia às declarações de Luís Neves sobre o uso de um bastão. Nas redes sociais, este domingo, 25 de outubro, o músico dirigiu também uma mensagem a António José Seguro e comparou a intervenção policial com o que aconteceu numa manifestação de elementos das forças de segurança.
Numa publicação com uma fotografia de António José Seguro, Agir escreveu: “Eu sei que é difícil, mas estamos à espera.”
A mensagem não esclareceu que iniciativa concreta esperava, mas surgiu entre as partilhas em que o artista contestou a resposta das autoridades aos protestos pela habitação.
“Tem de ir ao oftalmologista”
Uma das reações mais diretas do músico teve como alvo a declaração de Luís Neves de que só tinha visto “um bastão utilizado”.
Agir respondeu através dos stories: “Tem de ir ao oftalmologista.”
O artista recuperou depois uma manifestação de elementos da PSP, da GNR e de outras forças de segurança contra as medidas de austeridade e os cortes salariais, estabelecendo uma comparação entre a forma como as autoridades reagiram nas duas situações.
Agir recorda protesto das forças de segurança em São Bento
Na descrição que partilhou sobre esse protesto, Agir destacou a ausência de bastonadas, apesar de os manifestantes terem ultrapassado as barreiras colocadas junto ao Parlamento.
“Derrubaram as barreiras de segurança, romperam o cordão policial e subiram as escadas de São Bento. O corpo de intervenção recuou e não houve bastonadas”, escreveu.
O músico terminou a sequência de publicações com um apelo à pressão sobre os responsáveis políticos: “Encostem os nossos governantes à parede.”
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