A Resistência lança “Parvo Que Sou”, uma nova interpretação da canção “Parva Que Sou”, dos Deolinda, escrita por Pedro da Silva Martins. Tim assume a voz principal neste avanço do EP “Canções Contemporâneas”, já disponível nas plataformas digitais.
Fernando Cunha, Miguel Ângelo e Olavo Bilac acompanham Tim nesta versão, que leva a identidade musical da Resistência a uma composição associada às dificuldades de uma geração.
A precariedade laboral, a falta de oportunidades e os obstáculos à independência financeira estão no centro da canção. Através de uma escrita direta e irónica, o tema expõe a frustração de quem trabalha e procura construir uma vida autónoma, mas continua condicionado pela instabilidade.
Em comunicado, a apresentação do single sublinha a permanência dessas preocupações, descrevendo a composição como “um símbolo das inquietações de uma geração, cuja mensagem continua atual e relevante”.
“Canções Contemporâneas” revisita quatro autores portugueses
“Parvo Que Sou” integra o novo EP “Canções Contemporâneas”, no qual a Resistência reinterpreta obras de quatro autores da música portuguesa.
A escolha da composição de Pedro da Silva Martins dá continuidade à apresentação desse trabalho, colocando em destaque a relação entre a música e a intervenção social.
Mais do que recuperar um tema conhecido, a proposta do grupo passa por voltar a cantá-lo num contexto em que muitas das dificuldades descritas na letra continuam presentes. A nova interpretação mantém, assim, o foco nas palavras e nas questões sociais que estiveram na origem da canção.
“Parvo Que Sou” já pode ser ouvido nas plataformas digitais.
