Ao lado de Rita Marrafa de Carvalho, Tânia Laranjo destaca amizade para lá das redações: “A vida real não cabe nas descrições de funções”

Ao lado de Rita Marrafa de Carvalho, Tânia Laranjo destaca amizade para lá das redações: “A vida real não cabe nas descrições de funções”, disse.

Tânia Laranjo voltou às redes sociais para partilhar uma reflexão sobre amizade, trabalho e relações que nascem em contextos onde, à partida, tudo podia parecer mais difícil.

Na publicação, a jornalista falou de Rita Marrafa de Carvalho e de Sandra, duas mulheres com quem se cruza entre o universo profissional e a vida pessoal. E fê-lo com humor, afeto e uma ideia central: há laços que sobrevivem às redações, aos canais e às pressões do dia a dia.

Uma fotografia, três mulheres e uma história fora dos logótipos

Tânia Laranjo começou por avisar que aquela poderia ser a última partilha sobre o momento. Ou, pelo menos, até surgir nova fotografia.

A jornalista escreveu: “Prometo que este é o último registo. (Pelo menos até à próxima fotografia.)”

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Depois, apresentou Rita Marrafa de Carvalho, sublinhando uma relação que não fica presa ao facto de trabalharem em canais diferentes.

Tânia explicou: “Aqui está a Rita Marrafa de Carvalho. Colega, amiga e, às vezes, cúmplice involuntária das aventuras que o trabalho nos oferece. Trabalhamos em canais diferentes, é verdade. Mas isso é apenas um detalhe. A vida, felizmente, insiste em acontecer para lá dos logótipos, das redações e das guerras de audiências. E ainda bem.”

A frase resume o tom da publicação. Há televisão, há concorrência e há rotinas profissionais. Mas há também vida para lá disso.

Quando a notícia e a defesa se encontram fora das trincheiras

Na mesma publicação, Tânia Laranjo falou também de Sandra, com quem se cruza em papéis profissionais diferentes.

Segundo a jornalista, muitas vezes estão em lados opostos do mesmo terreno. Ainda assim, isso não impede que exista respeito, proximidade e amizade.

Tânia escreveu: “Ao lado está a Sandra. No trabalho, encontramo-nos muitas vezes em trincheiras opostas. Ela na defesa, eu na notícia. Ela a tentar proteger, eu a tentar descobrir. À primeira vista, parece uma relação condenada ao conflito permanente. Mas a verdade é que a vida real não cabe nas descrições de funções.”

Assim, a jornalista deixou uma leitura mais humana sobre profissões que, por vezes, parecem viver em tensão permanente. O texto lembra que os cargos não resumem as pessoas.

Amizades que resistem ao trabalho

A reflexão de Tânia Laranjo ganhou força quando a jornalista explicou o que existe para lá das funções, das crises e dos telefonemas de última hora.

Na publicação, afirmou: “Porque há jantares, há gargalhadas, há conversas que não dão manchetes e há amizades que sobrevivem a reuniões, crises e telefonemas de última hora.”

A ideia é simples, mas eficaz. Nem tudo o que importa se transforma em notícia. E nem todas as relações ficam presas ao lugar onde começaram.

“Também se encontram pessoas de quem vale a pena gostar”

No final, Tânia Laranjo deixou a frase que dá sentido a toda a publicação. A jornalista assumiu que aquelas ligações existem não apenas por causa do trabalho, mas também apesar dele.

Tânia concluiu: “E é por isso que estamos aqui. Não por causa do trabalho, mas apesar dele. Ou talvez graças a ele. Afinal, entre notícias, estratégias e confusões várias, também se encontram pessoas de quem vale a pena gostar. E isso, convenhamos, é o que se leva desta vida”

Com esta partilha, Tânia Laranjo transformou uma fotografia num pequeno texto sobre cumplicidade, maturidade e afetos adultos. Entre redações, estratégias e mundos profissionais diferentes, a jornalista lembrou que há encontros que ficam muito para lá do expediente.

Veja a publicação AQUI.

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