Catarina Miranda questionou a evolução de Miguel Vicente no «Big Brother All Stars» e acusou Helena Isabel de desvalorizar o impacto das suas palavras nos colegas. As avaliações foram feitas na manhã desta quinta-feira, 22 de outubro, durante uma dinâmica no cubo, acompanhada pelos restantes concorrentes através do ecrã da sala.
A líder analisou também as dificuldades de Sandrina Pratas em fazer-se ouvir nos debates e destacou Joana pela clareza com que apresenta as suas opiniões.
Helena acusada de ignorar consequências das palavras
Ao atribuir a Helena Isabel a categoria de falta de sensibilidade artística, Catarina centrou a justificação nas relações que a concorrente mantém dentro da casa.
“A Helena é uma pessoa que não se preocupa muito com o efeito que as atitudes dela têm na vida dos outros”, afirmou durante a dinâmica.
Para explicar a escolha, recuperou desentendimentos com pessoas próximas de Helena, incluindo ela própria e Sónia Jesus.
“Ela já teve aqui várias situações, já teve comigo, teve com a Sónia, que eram as pessoas que ela tinha aqui mais próximas da casa, que a conhecemos lá de fora, até com a Teresa. Portanto, ela é uma pessoa que desvaloriza o que muitas vezes as palavras dela provocam na nossa vida e no nosso dia a dia aqui dentro da casa.”
Miguel «quer transmitir essa ideia de que evoluiu»
Na avaliação de Miguel Vicente, Catarina distinguiu a autenticidade do concorrente de uma eventual mudança na sua forma de jogar. Embora lhe tenha atribuído a categoria de autenticidade na obra, rejeitou que a prestação do algarvio seja muito diferente da que já conhecia.
“O Miguel está exatamente igual a ele mesmo. O jogo dele mudou, na minha perspetiva, muito pouco ou quase nada. Ele quer transmitir essa ideia de que evoluiu muito o jogo dele, mas não, continua igual”, declarou.
Catarina reconheceu interesse na participação de Miguel, mas estabeleceu um limite quanto aos assuntos que considera aceitáveis nas discussões.
“Eu gosto muito do jogo do Miguel, não gosto quando ele começa a tentar denegrir a imagem da pessoa com assuntos do exterior. Isso eu não gosto.”
Apesar da crítica, salientou o contributo do colega para o programa: “Acho que o Miguel é um concorrente que dá muito ao jogo, é muito necessário e é muito autêntico. Portanto, quando se fala Miguel Vicente, toda a gente sabe quem ele é, para o bem ou para o mal.”
Catarina prevê dificuldades para Sandrina se destacar
A análise a Sandrina Pratas incidiu sobretudo na comunicação. Catarina atribuiu-lhe a categoria de ausência de expressividade, ressalvando que a apreciação não punha em causa as qualidades pessoais da colega.
“Acho que a Sandrina é muito divertida, é muito boa menina, é muito boa pessoa, não tem nenhuma maldade, mas muitas vezes não se consegue expressar e tenho medo que às vezes meta os pés pelas mãos na maneira de se expressar”, explicou.
Na perspetiva da líder, a resistência ao confronto e a dificuldade em verbalizar opiniões podem limitar a presença de Sandrina numa edição marcada por discussões.
“Vai ser difícil ela destacar-se, principalmente porque isto tem sido um jogo muito de debates e acho que a Sandrina tem duas coisas: ela é uma pessoa que não gosta de comprar guerras, não gosta de comprar brigas e é uma pessoa que tem muita dificuldade em mostrar o ponto de vista dela por palavras.”
Joana elogiada pela clareza nos debates
Joana recebeu uma avaliação favorável na categoria de clareza na mensagem. Catarina destacou a capacidade da colega para organizar o discurso e tornar compreensíveis as suas posições.
“A Joana é uma pessoa que se expressa muito bem, uma pessoa que sabe falar, e cada vez que quer transmitir algo ou que quer dar a opinião sobre algo que está a acontecer na casa, ela forma um discurso claro, conciso, coeso, e que só não entende quem não quer”, afirmou.
A líder valorizou ainda a objetividade das intervenções: “Não inventa muito, é rápido, é eficaz. Portanto, tem uma clareza na mensagem.”
