Big Brother All Stars: Cláudio Ramos elogia Joana Albuquerque após confronto com Catarina Miranda, hoje na TVI.
A resposta de Joana Albuquerque a Catarina Miranda dividiu a tertúlia do “Dois às 10” desta sexta-feira, 16 de outubro. Cláudio Ramos elogiou a capacidade de argumentação da concorrente, enquanto Cinha Jardim e Adriano Silva Martins questionaram a intenção por detrás da sua reação.
A discussão na casa do “Big Brother All Stars” começou depois de Catarina atribuir a Joana o símbolo do abajur, associado a uma participação pouco interventiva no jogo.
“Acho que a Joana Albuquerque divide agora no meu coração o lugar com a Jéssica, que é esta concorrente que nós conhecemos dos realities e que estava apagada”, afirmou Cláudio Ramos.
Quinaz defende escolha de Catarina Miranda
Gonçalo Quinaz reconheceu a capacidade de resposta de Joana, mas considerou justificada a avaliação inicial feita por Catarina.
“Eu posso concordar contigo que ela argumentou bem, porque a razão está do lado da Catarina. Esta pequena guerra começa quando a Catarina atribui o abajur à Joana, que realmente atribui, atribui bem. E a Miranda diz: tu podes ser minha amiga, mas eu tenho de ser fiel ao que se está a passar dentro da casa”, explicou.
Cláudio Ramos contestou a referência à amizade entre as duas: “Elas não são amigas nem lá dentro nem cá fora. E a Joana foi clara.”
Para explicar por que razão um rótulo pode magoar mesmo quando alguém reconhece a avaliação que lhe está subjacente, o apresentador recorreu a uma comparação pessoal.
“Eu posso fazer parte dos gays mais feios de Lisboa, mas não vou gostar que me ponham nos gays mais feios de Lisboa”, disse. Cristina Ferreira concordou: “Não ia gostar.”
“A Catarina ficou desarmada”
Cláudio Ramos considerou que Catarina não antecipou a resposta da colega.
“Acho que a Joana, o feitiço virou-se contra feitiçaria aqui, a Catarina não teve armas para conseguir suportar”, afirmou.
Adriano Silva Martins partilhou essa leitura: “Eu acho que a Catarina ficou desarmada. Não estava à espera e é verdade que a Joana Albuquerque argumenta muito bem.”
Ainda assim, o comentador deixou um reparo às duas concorrentes: “Agora, nesta altura do campeonato, duas jogadoras experientes como elas as duas são, estarem a atirar à cara que uma nomeia a outra num abajur ou numa nomeação.”
Cinha Jardim distinguiu o voto numa dinâmica da nomeação que coloca um concorrente em risco de expulsão e considerou que Joana aproveitou o momento para responder a Catarina.
“A Joana ficou triste com um voto para o abajur. É completamente diferente do que um voto para estar ali na dita chapa, que é sempre difícil. E a Joana aproveitou, não há dúvida nenhuma, para se vingar. Aliás, palavras dela: para se vingar”, declarou.
Cláudio Ramos ressalvou: “Ela disse vingança e corrigiu logo. Disse: é o que eu disse no momento.”
Cinha manteve a interpretação: “Mas é de vingança.” Adriano concordou: “É de vingança.”
Lágrimas de Joana deixam outra pergunta por responder
Num momento distinto analisado na mesma emissão, Joana apareceu a chorar junto de Francisco Monteiro, depois de ouvir algo que a deixou triste. O conteúdo da conversa não ficou esclarecido nas imagens.
Cláudio Ramos defendeu que o assunto deve ser abordado pela apresentadora do reality show: “É a Maria Botelho Moniz que tem que perguntar no confessionário à Joana.”
Cinha Jardim concordou e admitiu fazer esse pedido pessoalmente.
“Era o que eu ia dizer. Hoje, se encontrar a Maria… Eu encontrei-a ontem, mas hoje, se a encontrar, vou-lhe dizer: ‘Por amor de Deus, desvenda o que está aqui a passar-se’…”
Gonçalo Quinaz resumiu o que era possível perceber do episódio: “O Zaza estava a falar com uma terceira pessoa dentro da casa, se eram assuntos da casa ou assuntos do exterior, não sabemos. Ela ouviu e ficou assim. O que é que foi? Ninguém sabe.”
O painel deixou, por isso, em aberto o motivo concreto do choro de Joana, sem estabelecer uma ligação entre esse episódio e o confronto com Catarina Miranda.
